
O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), afirmou que o governo vai recorrer das decisões que suspenderam a implantação do Programa de Escolas Cívico-Militares na rede estadual. A declaração foi dada à Rádio Super 98, de Belo Horizonte.
A manifestação ocorre após o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) restabelecer, na semana passada, a paralisação do programa prevista para 2026, atendendo a recurso do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que apontou possíveis irregularidades orçamentárias e legais.
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Simões afirmou que as unidades serão implantadas e criticou a atuação de órgãos de controle e do Judiciário. “Elas serão abertas. O conselheiro pode deitar no chão e estribuchar, o juiz pode não gostar, mas elas serão abertas”, declarou.
Ele acrescentou que não cabe a conselheiros ou magistrados decidir sobre a escolha das famílias. “Não compete a conselheiro do Tribunal de Contas nem a juiz decidir onde o filho de alguém vai estudar. Essa é uma decisão do pai”, disse.
Segundo o vice-governador, o modelo não será imposto, mas oferecido como alternativa na rede pública. Ele afirmou que admira a cultura da Polícia Militar e reiterou que continuará defendendo o direito dos pais de escolher o regime de ensino dos filhos.












Onde estão o concelho, o TCE e os juizes que nada fazem para combater o uso de drogas nas universidades, a doutrinação ideológica que imoedem os alunos aprenderem o que realmente importa?, mas, o vilão do ensino não são os professores militantes e as drogas liberadas né, o vilão é o ensino sério, sem drogas e sem politização. Vão fiscalizar as universidades e deixem as escolas cívico militares em paz
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