Renan Santos (Missão) foi o terceiro presidenciável entrevistado na série de sabatinas da TV Globo, exibida nesta quarta-feira (26), com condução de Renata Vasconcellos e César Tralli.
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Na segurança pública, Renan voltou a defender uma “guerra contra o crime organizado” e disse que adotaria medidas inspiradas no modelo do presidente de El Salvador, Nayib Bukele. Ele citou regime de exceção e estado de defesa em áreas dominadas por facções e afirmou que a polícia deve “atirar para matar” em situações de confronto com criminosos armados.
O candidato também minimizou denúncias de violações de direitos humanos em El Salvador. Questionado sobre relatos de tortura e mortes no regime de exceção salvadorenho, disse não reconhecer os casos citados e classificou as críticas como um “clichê da mídia internacional”.
Outro ponto de destaque foi a defesa de que o Brasil tenha armas nucleares. Renan afirmou que a posse de armamento nuclear seria uma forma de garantir soberania e ampliar o peso internacional do país, embora a Constituição brasileira preveja o uso de atividade nuclear apenas para fins pacíficos.
Durante a sabatina, Renan também afirmou que, se eleito, descumpriria decisões do STF que considerasse ilegais. Ele citou como exemplo uma decisão do ministro Alexandre de Moraes sobre quebra de sigilo de fontes jornalísticas, classificando a medida como “grotesca”.
O candidato ainda foi questionado sobre o aliado Arthur do Val, cassado após áudios com falas machistas sobre mulheres ucranianas. Renan classificou as declarações como ruins e inadequadas, mas relativizou o episódio ao dizer que se tratava de uma conversa em ambiente privado.

















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