Em uma eleição para governador, é comum que a atenção fique concentrada no nome principal da chapa. Mas o cargo de vice-governador também precisa ser observado pelo eleitor. Pela Constituição de Minas Gerais, o vice substitui o governador em caso de impedimento e assume definitivamente o cargo em caso de vaga. Portanto, não é uma função apenas simbólica ou decorativa.
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O vice tem poder institucional porque está na linha direta de sucessão do governo. Se o titular se afastar, renunciar, morrer ou deixar o cargo por qualquer motivo, é o vice quem assume o comando do Estado. Foi o que aconteceu recentemente em Minas Gerais: Mateus Simões foi eleito vice-governador em 2022 e assumiu o Governo de Minas em 22 de março de 2026, após Romeu Zema deixar o cargo.
Além do poder formal, há também o poder político. Em muitos governos, o vice atua como conselheiro direto do governador, participa de decisões estratégicas, representa o Estado em agendas oficiais e ajuda na articulação com prefeitos, deputados, partidos, setor produtivo e lideranças regionais. Dependendo do perfil da chapa, o vice pode ter voz ativa e influência real na administração.
Essa influência varia conforme o arranjo político de cada campanha. Em algumas chapas, o vice é escolhido para equilibrar partidos, regiões ou grupos eleitorais. Em outras, é apresentado como alguém que terá papel permanente na gestão, o chamado “2º governador”.
Por isso, avaliar o vice é avaliar também parte do futuro governo. O nome escolhido pode indicar prioridades, alianças, capacidade de articulação e o tipo de equipe que o candidato pretende montar. Um vice com experiência administrativa pode ajudar na gestão; um vice com trânsito político pode fortalecer a relação com municípios e Assembleia; já um vice sem protagonismo pode ter atuação mais limitada.
Alexandre Kalil (PDT) — vice: Carlos Mosconi (PSDB)
Ben Mendes (Missão) — vice: Cabo David Souza (Missão)
Cleitinho Azevedo (Republicanos) — vice: Falcão (Republicanos)
Flávio Roscoe (PL) — vice: Ellen Miziara (PL)
Gabriel Azevedo (MDB) — vice: Maria Helena (MDB)
Henrique Áreas (PCO) — vice: Estevão Gomes (PCO)
Indira Xavier (UP) — vice: Renato Campos (UP)
Mateus Simões (PSD) — vice: Danilo de Castro (União)
Patrus Ananias (PT) — vice: Jarbas Soares (PSB)
Professor Túlio Lopes (PCB) — vice: Warlen Nunes (PCB)
Rafael Duda (PSTU) — vice: Prof. Diana de Cássia (PSTU)

















lembrar que o vice-governador do primeiro mandato do Zema, Paulo Brant – se desentendeu com o Governador Zema que o substituiu no segundo mandato por Mateus Simões. Ainda no primeiro mandato Zema e Paulo Brant, não se falavam – veja: até culminar em um rompimento público e turbulento em 2022.
Tem o poder de obedecer as ordens do titular do cargo, o papel de dizer sim senhor e a importância de assumir a culpa sempre que der merda. No caso do Falcão, se for eleito, terá uma sala confortável para chorar as pintagas quando tomar um chute no traseiro. O difícil, neste ninho de cobras, é saber quem será o primeiro a trair. Lembrando do que a dupla dinâmica de Patos fez com o governador de Minas recentemente.
Receber salário kkkkkk
Ter imunidade parlamentar
Ser um pau mandado
Receber salário!
Coisas inúteis, vice, chuva no mar, muro em cemitério, olho azul em gente feia, etc
Nenhum , só tirar base a vice de patos, não fazia nada
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