
A política regional ganhou novos contornos nesta semana com a movimentação de Paulo Mota. O ex-vice-prefeito de Patos de Minas trocou o União Brasil pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) após uma articulação que não passou despercebida nos bastidores.
O movimento não foi simples mudança de legenda. Mota aceitou convites diretos de lideranças nacionais como Geraldo Alckmin, Rodrigo Pacheco e João Campos, além do comando estadual da sigla.
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Nos corredores políticos, a leitura é clara — o PSB trabalha para ampliar espaço em Minas Gerais e vê em Mota um nome com trânsito, especialmente no Alto Paranaíba. Empresário, conhecido e com histórico administrativo, ele entra no radar como peça estratégica.
Consultado pela coluna, Paulo Mota adotou cautela. Disse que ainda não decidiu se será candidato a deputado federal ou estadual. Segundo ele, este é um momento de “reflexão” e de observação do cenário.
Mas, em política, reflexão também é movimento. A declaração de que coloca o nome “à disposição” do partido abre múltiplas possibilidades — desde candidatura própria até articulações mais amplas na região. E isso, naturalmente, mexe com outras peças do tabuleiro.
















Me fala com quem tu andas eu direi quem vc é o Brasil tá cansado disso
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