A segunda oitiva da CPI da Saúde, realizada na Câmara Municipal de Patos de Minas, ouviu a assessora parlamentar Carla Cançado Vasconcelos Porto e Paulo Henrique Rabelo de Silveira, ex-procurador-geral do município. A reunião também previa a oitiva de Reginaldo Tolentino de Magalhães, mas ele estava em viagem e teve o depoimento reagendado. A oitiva aconteceu na manhã da última terça-feira (04/08).
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No depoimento, Carla Cançado afirmou que não sabia o motivo da convocação, negou participação nos fatos investigados, disse que não recebeu orientação para a oitiva e informou que não teve acesso a documentos da CPI. Ela também negou coação direta e disse não manter relação com pessoas investigadas.
Carla também falou sobre a carta contrária à instauração da CPI. Segundo ela, quando viu o documento, ele já estava com Paulo Henrique Rabelo de Silveira, ex-procurador-geral do município, e quem passou o papel ao vereador Júlio para assinatura foi o próprio Paulo Henrique.
No depoimento de Paulo Henrique Rabelo de Silveira, ex-procurador-geral do município, os principais pontos foram a defesa de que não houve nepotismo, a atribuição ao Cisalp da responsabilidade por verificar vínculos nas contratações, a avaliação de que não houve dano ao erário ou dolo e a afirmação de que não havia, na Procuradoria, rotina de controle de prazos de contratos vinculados ao Cisalp.
O ponto central do depoimento do ex-procurador foi o entendimento de que não houve nepotismo. Ele afirmou que, para configurar a prática, seria necessário que a secretária tivesse interferência direta na contratação, como ordenar a contratação ou direcionar licitação no Cisalp. Segundo Paulo Henrique, como ela não participava dessas etapas e não tinha ingerência no consórcio, não haveria como configurar nepotismo.
O ex-procurador também afirmou que caberia ao Cisalp identificar eventuais vínculos antes da autorização dos pagamentos e verificar a condição dos servidores citados. Segundo Paulo Henrique, os contratos tinham fiscalização tanto do município quanto do próprio Cisalp. Ele disse ainda que estranhou o rito adotado pela Prefeitura ao encaminhar a denúncia antes de uma verificação mais detalhada sobre eventual dano ao erário ou dolo, pontos que, segundo ele, deveriam ser analisados antes de um eventual envio ao Ministério Público.
Ao final da reunião, a Comissão deliberou pela convocação do representante legal do Hospital de Olhos do Alto Paranaíba e do representante legal do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Alto Paranaíba (CISALP), para comparecerem ao Plenário da Câmara Municipal de Patos de Minas no dia 14 de agosto de 2026 (sexta-feira), às 9 horas, a fim de prestarem depoimento sobre os fatos objeto de apuração pela Comissão.





















Então a prefeita atual tirou uma pessoa responsável para colocar sua amiga de infância!!👏👏👏👏👏
Responsavel mesmo…cade o equipamento de diagnostico por imagem que ela comprou quando era diretora? Pagou 1mi quando tinha cargo de diretora no governo do Ze Eustaquio e depois que o Falcao ganhou ela como secretária de Saude nao colocou o equipamento em funcionamento. Por que será?
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