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Taxa de desemprego tem queda e alcança menor resultado em 14 anos

Desocupação fica em 5,2%, a menor para um terceiro trimestre desde 2012. Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, houve queda de 6,9%. Ocup
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Foto: Paulo H. Carvalho /Agência Brasília

A taxa de desocupação para o terceiro trimestre caiu para 5,2%, a menor já registrada para esse período desde 2012. A informação é da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (30/10) pelo IBGE. O desemprego era de 5,4% no segundo trimestre deste ano e de 5,6% no terceiro trimestre de 2025.

Com esse resultado, são 5,6 milhões de desocupados no país no terceiro trimestre, queda de 4% (menos 234 mil pessoas) em relação ao segundo trimestre. Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, houve queda de 6,9% (menos 417 mil pessoas).

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A população ocupada chegou a 103,6 milhões, a maior da série iniciada em 2012, com alta de 0,6% no trimestre (mais 581 mil pessoas) e aumento de 1,2% no ano (mais 1,2 milhão de pessoas).

Entre as atividades com alta na ocupação, destaca-se o crescimento no setor da Construção, que subiu 2,8% no trimestre, com mais 210 mil pessoas ocupadas”, diz o analista da pesquisa, William Kratochwill

O contingente de empregadores atingiu o recorde de 4,5 milhões de pessoas ao crescer 4,3% no trimestre (mais 184 mil pessoas) e 6,4% no ano (mais 272 mil pessoas).

Empregadores são multiplicadores de trabalho, visto que o fruto do seu empreendimento gera novas oportunidades. Esses, que por muitas vezes foram trabalhadores por conta-própria, conseguiram crescer e ampliar o número de pessoas ocupadas, logo contribuindo também para a redução da desocupação”, analisa William

Recorde também no número de empregados no setor público (13,2 milhões), que ficou estável no trimestre e cresceu 2,5% no ano (mais 317 mil pessoas).

“O contingente de pessoas trabalhando no setor público com carteira foi consequência do aumento de ocupados na educação como professores, de ensino pré-escolar, fundamental e médio, acrescentando cerca de 45 mil pessoas”, analisa William. Ele diz ainda que a atividade da administração pública e regulação da política econômica e social municipal também contribuiu ao contratar cerca de 30 mil pessoas como escriturários gerais, analistas de sistemas e recepcionistas em geral, entre outros. “Ou seja, a atividade municipal apresentou a maior contribuição do setor público”, sintetiza

O número de empregados no setor privado com carteira assinada (sem considerar trabalhadores domésticos) foi de 39,4 milhões, com estabilidade no trimestre e no ano. Empregados sem carteira no setor privado (13,7 milhões), trabalhadores por conta própria (26,1 milhões) e trabalhadores domésticos (5,4 milhões) também ficaram estáveis no trimestre e no ano.

“Essas estabilidades podem indicar que o mercado de trabalho aguardava as possíveis mudanças do pleito eleitoral. Logo, seu rumo será mais bem percebido nas próximas divulgações”, diz o analista da pesquisa.

Subutilização fica estável

A taxa composta de subutilização (13,0%) ficou estável frente ao trimestre anterior (12,9%) e teve queda de 0,9 p.p. no ano (13,9%). A população subutilizada (14,8 milhões) ficou estável no trimestre e recuou 6,1% no ano (menos 957 mil pessoas). O grupo de subutilizados contempla desocupados e subocupados por insuficiência de horas trabalhadas, além da população na força de trabalho potencial, formada por quem buscou trabalho, mas não estava disponível; e quem que não buscou trabalho, mas estava disponível (desalentado ou não).

A população subocupada por insuficiência de horas (4,3 milhões) cresceu 5,2% no trimestre (mais 214 mil pessoas) e recuou 5,4% no ano (menos 247 mil pessoas). A população fora da força de trabalho (66,5 milhões) ficou estável no trimestre e cresceu 0,8% no ano (mais 530 mil pessoas).

Já os desalentados, que desistiram de procurar trabalho, foi de 2,5 milhões de pessoa, aumento 7,5% no trimestre (mais 171 mil pessoas) e queda 6,8% no ano (menos 178 mil pessoas). A proporção de desalentados (2,2%) variou 0,1 p.p. no trimestre (2,1%) e -0,2 p.p. no ano (2,4%).

Sobre o desalento, a redução em relação ao ano anterior é reflexo da melhoria quantitativa das contratações que temos verificado nos últimos trimestres. Todavia, verificamos aumento em relação ao trimestre encerrado em junho. A pesquisa aponta a dificuldade de as pessoas encontrarem trabalho que entendam ser adequado a ela, e isso se deu principalmente entre aqueles com 40 anos ou mais”, explica William

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O rendimento real habitual de todos os trabalhos (R$ 3.790) ficou estável no trimestre e cresceu 3,6% no ano (mais R$ 131). A massa de rendimento real habitual (R$ 387,5 bilhões) foi a maior da série, com alta de 1,5% no trimestre (mais R$ 5,6 bilhões) e 4,7% no ano (mais R$ 17,5 bilhões).

Mais sobre a pesquisa

A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitorar a força de trabalho do país. Sua amostra corresponde a 211 mil domicílios, distribuídos pelos 26 estados e o Distrito Federal, que são visitados a cada trimestre. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na coleta da pesquisa, integrados à rede de mais de 500 agências do IBGE.

É possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante.

A próxima divulgação, referente ao trimestre encerrado em outubro, será em 27 de novembro.

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COMENTÁRIOS
Wanderley Almeida Facebook •

Kkkk depois diz que o PT e partido das trevas tá aí pra rádio clube que são o bando de babá ovo que soh sabe criticar o partido dos trabalhadores se dizem ser a favor da democracia mas se vc manda uma mensagem defendendo o partido nunca passa mas sim vai e crítica o partido de quem fez sua manifestação….

Paulo Marcks Marcks Facebook •

Aumento de emprego na construção civil ,mas tá cheio de vagas em nossa cidade ,a tal bolsa preguiça não deixa o povo trabalhar.
Fim de ano chegando ,empresas ,comércio ,lojistas , indústrias,contratando temporariamente para as diversas atividades natalinas e réveillon.
Mas precisam melhorar esse salário e benefícios que estão oferecendo por aí ,lembrando que vem aí a escala 5 x 2 e todos vão ter que se adaptarem ( patronato e colaboradores ).
Após janeiro de 2027 ,teremos a reforma tributária , reforma trabalhista e reforma previdência.
E isso vai mecher muito com todos nós.
Aguarde tempos negros estão chegando.

@italloandrad Instagram •

Lembrando que uma pessoa que está desempregada e se recusa a trabalhar por estar recebendo algum benefício social não é contada como desempregada.

@estersunamyta Instagram •

pesquisei, e não encontrei nada que prove o seu ponto sobre o bolsa família. “Para o IBGE, o recebimento de um benefício social é uma transferência de renda, não um emprego. O que determina onde o beneficiário vai entrar na estatística é o que ele faz em relação ao mercado de trabalho, independentemente do programa social”

Jose Aparecido De Castro Castro Facebook •

Tem uns burros que fica com inveja de quem tem o direito de auxílio e esquecem que os que mais usam auxílios é não trabalham são os deputados e secadores só pra moradia e 42.798,00 aí tem pra palitó, saúde ,gabinete aí os idiotas vão brigar por bolsa família aoooo credo viu kkk

Wanderley Almeida Facebook •

vc pode ter certeza que eles procuram sim porque todos querem construir seu futuro eles não são igual alguns Bolsonarista que soh pensam no vorcaro e apoiar vários roubos

@leogrisalhooficial Instagram •

Ainda tem muito empregos e vejo que são jovens que não querem trabalhar por conta do salário pouco!
Parem de falar que é por causa de benefícios pq jovem recebe benefício nenhum o ano todo.
Eles entrem hoje,amanhã sai do serviço eles não voltam mais.

Antonio Tow Tow Facebook •

Isso é mentira tá contratando geral em patos de minas e região..apenas salário do talllll de sindicato..mas é melhor pingar do qui cecar até achar a oportunidade melhor….

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