SES-MG e Ministério da Saúde discutem revisão no Guia Alimentar para Crianças Menores de dois anos

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O Ministério da Saúde (MS) e a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) realizaram, nesta quarta-feira (20/6), na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, uma reunião técnica para discussão da ‘Revisão do Guia Alimentar para Crianças Menores de dois anos’

O Guia está sendo revisto com o objetivo de subsidiar políticas, programas e ações que incentivam, apoiam, protegem e promovem a saúde e a segurança alimentar e nutricional dessas crianças.

A diretora de Promoção à Saúde da SES-MG, Daniela Souza Lima, explica que o manual é um instrumento importante para orientar os profissionais e a população em geral sobre a promoção do aleitamento e da alimentação complementar em crianças menores de dois anos.

Ela ressalta, também, que o guia possui informações sobre amamentação, sobre introdução alimentar após os seis meses de idade, entre outras informações.  

“A alimentação e nutrição adequadas são requisitos essenciais para o crescimento e desenvolvimento de todas as crianças. O conteúdo do Guia é abrangente. Parte de uma compilação das evidências científicas mais atualizadas sobre a alimentação das crianças pequenas e apresenta um diagnóstico da situação alimentar e nutricional dos menores de dois anos”, afirmou Daniela.

O encontro

A reunião contou com a participação de tutores da estratégia Amamenta e Alimenta, profissionais de saúde da atenção básica, professores e pesquisadores de universidade envolvidos com a temática, além de representantes da sociedade civil.

Para discutir o Guia, os participantes foram divididos em quatro grupos de trabalho. Cada grupo fez a leitura de um tema e, em seguida, desenvolveu a discussão e a avaliação, propondo sugestões.

Kátia Godoy, referência técnica da coordenação geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, explicou que as mudanças no guia foram propostas para responder às novas evidências de saúde da população brasileira e às mudanças epidemiológicas.

“A revisão começou em 2015, por meio de escuta de mães e profissionais das unidades básicas que utilizavam o guia. O objetivo é permitir que o novo guia receba sugestões e críticas regionalizadas, para se adequar às realidades de cada parte do país. O próximo passo será abrir o guia para consulta pública, momento em que serão aceitas contribuições de toda a sociedade civil. O lançamento desta nova versão está previsto para 2019”, reforçou Kátia.

Guia Alimentar para Crianças Menores de dois anos

Deficiências nutricionais ou condutas inadequadas na alimentação podem prejudicar crescimento das crianças ou resultar em problemas como desnutrição ou obesidade. Para auxiliar os pais e os profissionais de saúde na tarefa e garantir uma alimentação saudável das crianças brasileiras menores de dois anos, o Ministério da Saúde lançou em 2005 o Guia Alimentar para Crianças Menores de dois anos. Em 2010 foi lançada a segunda edição.


Clique aqui e acesse o material de 2010


O manual contém orientações como a amamentação exclusiva de bebês de até seis meses. E, após esse período, quando o organismo da criança está preparado para receber outros alimentos, contém orientações sobre a introdução alimentar. Buscando sugerir alimentação prazerosa, com respeito a hábitos regionais, predomínio de alimentos pouco processados e in natura.

O guia contém ainda os dez passos recomendados pelo Ministério da Saúde e Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS) para melhorar a alimentação infantil das crianças menores de dois anos no Brasil.

As recomendações foram elaboradas com a participação de profissionais de saúde de todo o País que lidam com nutrição de crianças, em serviços de saúde, em ensino e em pesquisa, a partir de um diagnóstico baseado em dados secundários compilados e complementado com resultado de pesquisa qualitativa específica por macrorregião.

O material foi baseado em orientações alimentares gerais mais atualizadas, no perfil epidemiológico e da cultura alimentar do Brasil; e elaborado para fortalecer a implementação da Estratégia Nacional para Promoção da Alimentação Saudável (Enpacs) para que seja utilizado como instrumento de capacitação, orientação aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e para a permanente consulta na sua prática cotidiana.

Fonte: Agência Minas

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