
Um mandado de busca e apreensão foi cumprido em Presidente Olegário durante a Operação Larga, desencadeada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) para investigar crimes ambientais relacionados a uma área de conservação. A ação foi realizada na terça-feira (25/8) e contou com apoio da Polícia Militar de Meio Ambiente e do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).
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Além de Presidente Olegário, as ordens judiciais foram cumpridas em endereços de Chapada Gaúcha e Bonito de Minas, no Norte do estado. Durante a operação, foram apreendidos contratos relacionados à compra e cessão de terras, dispositivos eletrônicos e diversos maquinários, como tratores, pulverizador autopropelido, plantadeira, grades agrícolas, carreta, distribuidores de calcário, gerador elétrico e guinchos hidráulicos.
A investigação começou após denúncias de intervenções ambientais no interior da Área de Proteção Ambiental (APA) Cochá e Gibão, localizada entre Bonito de Minas e Januária. Imagens de satélite e fiscalizações apontaram a evolução da supressão de vegetação nativa do cerrado. Em março, a área desmatada era estimada em 1.230 hectares e, posteriormente, chegou a 1.995 hectares.
As autoridades também identificaram indícios de queima de material lenhoso, preparo do solo para cultivo agrícola e utilização irregular de um poço tubular. Uma pessoa foi autuada administrativamente por supressão de vegetação nativa sem autorização, queima de material lenhoso e utilização da área desmatada para cultivo de soja. A investigação segue em andamento sob responsabilidade da equipe da PCMG que apura crimes ambientais em Januária.













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