A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu, nesta terça-feira (3/3), dois inquéritos relacionados a homicídios registrados em fevereiro, em Patos de Minas, no Alto Paranaíba. Duas mulheres e um homem foram indiciados em investigações distintas. Os procedimentos foram encaminhados ao Poder Judiciário.
O primeiro caso ocorreu na madrugada do dia 18 de fevereiro, no bairro Coração Eucarístico. A vítima, Lincoln da Silva Matos, de 65 anos, foi morta a golpes de instrumento cortante na esquina da Avenida Ronaldo Fernandes de Souza com a Rua Jorcemia Silva Dias. A Polícia Militar de Minas Gerais foi acionada após denúncia de briga e encontrou o homem caído, já sem sinais vitais. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmou o óbito e a perícia realizou os levantamentos no local.
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Segundo as apurações, mãe e filha atacaram a vítima com um facão após discussão envolvendo o desaparecimento de dinheiro. O homem tentou se defender, mas foi derrubado e atingido por diversos golpes. As duas suspeitas foram presas pela Polícia Militar poucas horas após o crime. Uma delas foi localizada nas proximidades e a outra capturada posteriormente, após tentar dificultar a identificação utilizando peruca e boné. Ambas foram indiciadas por homicídio qualificado, por motivo fútil, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.
O segundo crime ocorreu no dia 20 de fevereiro, na Rua Ceará, no bairro Cônego Getúlio. José Wellington Luís Mendonça, de 44 anos, foi esfaqueado no tórax dentro de uma residência. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital Regional Antônio Dias, onde morreu no dia 22.
De acordo com a Polícia Militar, a vítima foi encontrada sentada na calçada, com sangramento na região do tórax, relatando ter sido atingida durante desentendimento no imóvel onde fazia uso de álcool e drogas com o suspeito e outras pessoas. Rastros de sangue foram localizados na porta da residência.
O investigado, de 76 anos, foi encontrado durante rastreamentos e confessou ter desferido um golpe de faca após discussão relacionada ao imóvel. Ele foi preso em flagrante e, conforme a PCMG, indiciado por homicídio qualificado, por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima.
Os inquéritos foram remetidos ao Judiciário para as providências legais cabíveis.














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