A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais confirmou uma morte por hantavírus em Carmo do Paranaíba. A vítima era um homem, de 46 anos, que teve histórico de contato com roedor silvestre em uma lavoura de milho.
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Segundo informações da Secretaria de Estado de Saúde, o paciente apresentou dor de cabeça, febre, dores musculares, nas articulações e na região lombar. Ele morreu no dia 8 de fevereiro. Exames feitos pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) confirmaram a infecção.
Apesar do caso, não há motivo para pânico. A hantavirose é uma doença rara e a transmissão não ocorre como a Covid-19. A infecção acontece principalmente pela inalação de partículas presentes na urina, fezes ou saliva de roedores silvestres contaminados.
Os primeiros sintomas podem incluir febre, dor de cabeça, dor no corpo, dor lombar e dor abdominal. Em casos graves, a doença pode evoluir para dificuldade respiratória, tosse seca, queda de pressão e alterações cardíacas.
A prevenção deve ser reforçada principalmente em áreas rurais, lavouras, paióis, galpões e imóveis fechados. É importante manter alimentos em recipientes fechados, evitar acúmulo de entulho, não deixar ração de animais exposta, roçar terrenos próximos às casas e dar destino correto ao lixo.
Ao entrar em locais fechados há muito tempo, a orientação é ventilar o ambiente antes da limpeza. Também não se deve varrer a seco. O ideal é umedecer o chão com água e sabão para evitar que partículas contaminadas se espalhem pelo ar.


















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