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 Carmo do Paranaíba 

Funcionário é suspeito de desviar R$ 27 milhões do patrão

Polícia Civil e Ministério Público apuram esquema de fraude e lavagem de dinheiro.
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Funcionário é suspeito de desviar R$ 27 milhões do patrão
Foto: Divulgação

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e o Ministério Público investigam um esquema milionário de desvio de dinheiro em Carmo do Paranaíba, no Alto Paranaíba. O principal suspeito é o assistente financeiro de um fazendeiro, preso em flagrante na última quinta-feira (16/10), acusado de furto qualificado com abuso de confiança e fraude.

Segundo a delegada Mariana Lemos, responsável pelo caso, o funcionário trabalhava há mais de 20 anos para a vítima e teria cometido as fraudes ao longo dos últimos três.

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“Identificamos que o investigado tinha acesso total às finanças da empresa e realizava transferências indevidas. O esquema envolvia outras pessoas e possivelmente caracterizava uma organização criminosa”, explicou a delegada.

Durante a operação, a Polícia Civil apreendeu veículos, imóveis e bens de alto valor, incompatíveis com a renda declarada dos suspeitos. Uma segunda pessoa, com ligação direta ao funcionário, também foi presa. Há ainda indícios da participação de uma influenciadora digital da cidade, que teria recebido parte dos valores desviados, segundo informações da polícia.

A promotora de Justiça Thalita Célia, que acompanha o caso, afirmou que diversas medidas cautelares foram autorizadas, como prisões, quebras de sigilo bancário e buscas domiciliares.

“Os indícios de autoria e materialidade são muito fortes. Com a conclusão do inquérito, será oferecida denúncia contra os envolvidos. A pena pode ultrapassar o mínimo previsto, dada a gravidade e o montante do prejuízo”, destacou a promotora.

As investigações apontam que o grupo movimentou mais de R$ 27 milhões em contas bancárias, com o dinheiro sendo utilizado na compra de imóveis, veículos e outros bens de luxo.

A Polícia Civil trata o caso como furto qualificado, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Novas prisões não estão descartadas, e o inquérito segue em andamento para identificar todos os envolvidos no suposto esquema.

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