
O empresário e presidente do Grupo Farroupilha Inácio Carlos Urban foi condenado pela Justiça em Minas Gerais por homicídio culposo, sem intenção de matar, pela morte de um piloto em queda de avião ocorrida em Coromandel, no Alto Paranaíba. Segundo o jornal Estado de Minas, a defesa afirmou que foi comunicada da sentença, mas disse que “não concorda com as conclusões” e que vai apresentar recurso. Procurado pelo Patos Noticias, o Grupo Farroupilha informou que não irá se manifestar publicamente sobre o caso.
A condenação estabeleceu pena de 1 ano e 4 meses de detenção. A mesma pena também foi aplicada a um mecânico que, conforme a decisão, teria realizado manutenção na aeronave pouco antes da queda, mesmo sem habilitação da Agência Nacional de Aviação Civil.
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O acidente aconteceu em 7 de fevereiro de 2020, após a aeronave decolar do aeródromo de Coromandel para serviço de pulverização agrícola. O avião caiu cerca de dez minutos depois, na cabeceira da pista de pouso de uma fazenda, próximo a uma lavoura de milho. O piloto chegou a ser retirado com vida dos destroços, mas morreu a caminho do pronto-socorro.
A sentença apontou que o avião sofreu pane seca, mas afastou a tese de culpa exclusiva do piloto. A Justiça entendeu que houve falhas relacionadas à manutenção e à segurança aeronáutica, incluindo ausência de registros sobre combustível consumido ou perdido durante os procedimentos realizados na aeronave.
Além da pena, a Justiça fixou R$ 250 mil como valor mínimo de reparação por danos morais à família da vítima. O pagamento deverá ser feito de forma solidária pelos condenados. A decisão ainda permite que familiares busquem eventual complementação na esfera cível.
















Realmente, haveria de se entender uma responsabilidade civil pelo evento, agora, penal é querer transformar a justiça em algo com outros propósitos.Ao que parece uma pane desse modelo é pura e estritamente operacional, com falha, na melhor das hipóteses, a luz do que foi fixado como procedimento, entre o mecânico e o piloto,ver acordo com os procedimentos previstos no meio agrícola. Mas, pelo conteúdo da reportagem a sentença foi injustamente aplicada, salvo algum detalhe que não consta na matéria jornalista, tal como alguma pressão exercida pelo agricultor.
Pane seca ocorre por falta de combustível, é de total responsabilidade do piloto o abastecimento da aeronave . Agora em caso de falha mecânica , sim envolve outras responsabilidades.
Decisão vergonhosa, com vies político. Perseguição ao produtor rural, ao empresário. Pane seca significa falta de combustível, total irresponsabilidade do piloto. Quem conhece o Inácio sabe o tipo de ser humano que é. Não terá sua biografia manchada por esse erro tosco e ideológico de um judiciario falho e politizado. Força Inácio. Estamos com você.
Esse empresário é o mais honesto e mais justo da cidade. Agora, esse mecanico não qualificado, mexendo na mecanica do avião, é brincadeira, né.
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