Dia Mundial da Justiça Social lembra 150 milhões de trabalhadores migrantes

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São Paulo - O professor nigeriano Olawale Shakuru leciona inglês na ONG Abraço Cultural, na qual todos os professores são refugiados (Rovena Rosa/Agência Brasil)

O professor nigeriano Olawale Shakuru leciona inglês em São Paulo na ONG Abraço Cultural, na qual todos os professores são refugiadosRovena Rosa/Agência Brasil/Arquivo

Tendo os trabalhadores migrantes como tema deste ano, celebra-se nesta terça-feira (20) a nível internacional o Dia Mundial da Justiça Social. Segundo o diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Ryder, o registro da data é importante porque “muitos dos 150 milhões de trabalhadores migrantes enfrentam exploração, discriminação, violência, e não têm acesso as mais básicas das proteções.” A informação é da ONU News.

Para o chefe da agência da ONU, a maioria das migrações atuais acontece devido à busca de oportunidades de trabalho, segurança e sobrevivência. Mas muitos trabalhadores migrantes “acabam presos a salários baixos, condições pouco saudáveis e seguras, e trabalho informal, onde não há respeito, muitas vezes, pelos direitos humanos”.

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Ryder disse que estes desafios são especialmente verdadeiros para as mulheres, que compõem 44% dos trabalhadores migrantes. Um tratamento justo, segundo ele, “é essencial para preservar o tecido social e o desenvolvimento sustentável,” dos países que os acolhem.

Oportunidades para os dois lados

O diretor-geral da OIT lembrou a recente decisão da Assembleia Geral da ONU de criar um Pacto Global sobre Migração Segura, Regular e Ordenada como um fator positivo. Para ele, documentos como estes são necessários para responder aos desafios que as migrações colocam.

Ryder acredita que “se a migração de trabalhadores for bem justa, eficiente e bem administrada, pode trazer benefícios e oportunidades para os migrantes, as suas famílias, e as comunidades de acolhimento.”

O chefe da OIT disse ainda que este tipo de migração equilibra a procura e oferta de trabalho, contribui para os sistemas de proteção social, incentiva a inovação empresarial e enriquece as comunidades cultural e socialmente.

Edição: Augusto Queiroz

FONTE: Agência Brasil

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