
Qualidade de vida é fundamental e isso é o que a Copasa busca levar aos seus clientes que vivem em Santana de Patos, distrito pertencente a Patos de Minas, no Alto Paranaíba. Com mais de R$2,2 milhões em investimentos, a empresa concluiu, em maio deste ano, o processo de implantação do sistema de esgotamento sanitário. Um total de 834 habitantes foram beneficiados.
Iniciadas no primeiro trimestre de 2022, as obras tiveram sua conclusão no primeiro trimestre de 2023. Foram gerados 15 empregos para execução dos serviços. O investimento viabilizou a construção de 2.360 metros de redes (entre coletoras e interceptoras), uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) com capacidade para dois litros por segundo e uma elevatória.
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Após conclusão de trâmites burocráticos, a empresa colocou o sistema em operação oficialmente neste mês. A ETE recebe efluente de 527 imóveis. Diariamente são tratados, em média, 40 mil litros de esgoto.
Operação
Fabrício Rezende, gerente de expansão Centro-Oeste, explicou como funciona o processo na localidade. “Após sair dos imóveis o esgoto chega até a ETE. Primeiro é feito o tratamento preliminar, com retirada de plásticos, areia, e outros resíduos grosseiros. Na sequência vai para um reator, onde microrganismos decompõem a matéria orgânica, e por fim, para um filtro”, disse.
Os resíduos sólidos provenientes desse tratamento seguem para as estruturas chamadas de leitos de secagem e posteriormente são reunidos e encaminhados para descarte em local autorizado.
Qualidade de vida
O tratamento de esgoto está diretamente relacionado ao bem-estar da população, à preservação ambiental e ao desenvolvimento socioeconômico de um município, conforme ressalta Renato Carvalho, gerente de tratamento de esgoto Centro-Oeste da Copasa.
“Esse serviço contribui para a despoluição dos cursos hídricos e preservação da fauna e da flora, permitindo às gerações atuais e futuras o acesso aos recursos naturais. Também estimula o potencial turístico local e promove a valorização dos imóveis. Ademais, contribui para prevenção de doenças de veiculação hídrica, reduzindo gastos públicos com saúde”, afirmou.















Em patos que não e só dá uma passada pela margem do Paranaíba
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