
A construção civil teve o melhor desempenho entre as atividades industriais do Alto Paranaíba em agosto, com saldo positivo de 183 postos de trabalho formais. No acumulado do ano, o setor registrou saldo de 333 vagas. O presidente do Sinduscon, Caio César Gonçalves, que mora e atua em Patos de Minas, observa que os dados do Observatório do Emprego da FIEMG evidenciam a contribuição da atividade para a sustentação do mercado de trabalho regional e para a dinâmica econômica dos municípios.
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Segundo ele, além do impacto direto na geração de empregos, o avanço da construção civil produz efeitos sociais importantes. “A abertura de vagas amplia as oportunidades de inserção profissional, favorece a geração de renda para as famílias e contribui para o fortalecimento do comércio e dos serviços locais”, reforça.
Como a atividade reúne profissionais de diferentes níveis de qualificação, os resultados também alcançam trabalhadores de diversas áreas, desde funções operacionais até ocupações técnicas e especializadas. Movimenta uma extensa cadeia produtiva, que inclui fabricantes e fornecedores de materiais, equipamentos, transporte e serviços especializados.
Caio Gonçalves enfatiza também que essa integração dos setores amplia o alcance econômico das contratações e favorece a circulação de recursos nos municípios. “Dessa forma, o desempenho da construção civil repercute não apenas nas empresas do segmento, mas também em outros negócios que dependem da atividade para manter suas operações”, avalia.
Para o presidente do Sinduscon, os números reforçam a relevância da construção civil para a economia do Alto Paranaíba. “Esses números poderiam ser ainda melhores, visto que o setor ainda tem uma grande carência por profissionais no mercado de trabalho”, destaca.
Ele enfatiza ainda que a falta de mão de obra representa um desafio para a ampliação dos resultados do setor. A qualificação profissional e a formação de novos trabalhadores tornam-se, nesse contexto, fatores importantes para atender às demandas das empresas, ampliar as oportunidades de emprego e favorecer o desenvolvimento regional.
“É preciso incentivar os trabalhadores a atuarem nesse setor que tem contribuído muito para a economia no país e tem sido relevante na geração de renda para as famílias. E também, estimular as indústrias da Construção Civil a atuarem de forma associativa, para o fortalecimento de todo o setor”, finaliza.














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