Vídeo: Deputados trocam socos após protesto Pró-Lula

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Foto: Reprodução (TV Assembleia)

Dois deputados acabaram protagonizando uma situação atípica durante a cerimônia de diplomação em Belo Horizonte.

O deputado Rogério Correia do Partido dos Trabalhadores (PT) entrou no palco carregando uma faixa com os dizeres “Lula Livre”. Neste instante outro deputado Cabo Junio Amaral do Partido Social Liberal (PSL) foi em direção dele e tomou a faixa, iniciando assim as agressões.

Presentes que acompanharam a solenidade relataram que socos foram dados. Diante da confusão a sessão foi suspensa.

Manifestações favoráveis e contra o ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, foram feitas pela plateia.

Assista ao vídeo cedido a nossa reportagem:

Confira a seguir os posicionamentos de cada um dos envolvidos.

Rogério Correia

Como muitos já devem estar sabendo, fui envolvido involuntariamente em um registro de intolerância — mais um — cometido por um desses obreiros da nova direita brasileira.

Apresentei, democraticamente, uma faixa “Lula Livre”, durante a cerimônia. O deputado eleito Cabo Junio Amaral, do PSL, tentou arrancá-la das minhas mãos. Para não permitir tal descompostura com a democracia e com um direito meu como parlamentar, obviamente reagi.

O deputado eleito Cabo Junio Amaral tentou me dar um soco. Vou analisar as medidas judiciais cabíveis, inclusive levando em conta o estatuto do idoso, por tentativa de agressão.

Cabo Junio Amaral

De certa forma eu lamento que a nossa política tenha se direcionado nesse sentido, mas o lamento maior é ver que durante décadas fomos obrigados aturar a minoria barulhenta e agressiva se impondo sem limites, desrespeitando tudo e a todos.

Em resumo, uma senhora do cerimonial advertiu uma deputada que expunha durante toda a diplomação, uma placa de “Lula Livre”. Quando essa placa foi corretamente retirada pela cerimonialista, o deputado Rogério Correia se achou no direito de afrontar não apenas o cerimonial bem como a maioria dos presentes, retomando a placa e se colando a frente de todos. Eu não fui eleito para assistir inerte a esse escárnio e fui em sua direção no intuito de verbalizar quando ao me aproximar já estava sendo ofendido e tentei retirar a tal placa de suas mãos, quando para minha surpresa ele me atacou no intuito de me agredir fisicamente. É evidente que em um ato de instinto, me defendi.

Ingressei na política para me lançar no confronto de ideias, todavia, não esperem de mim o pacifismo covarde. Independente das situações que possamos enfrentar, estejam tranquilos. Nós vamos colocar o Brasil acima de tudo!

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