Umana Brasil debate as oportunidades do trabalho temporário

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Na última semana, a Umana Brasil – Assessoria e Consultoria de Recursos Humanos reuniu executivos de empresas e representantes de instituições para debater a contratação temporária e sua importância socioeconômica. 

Foto: Divulgação
Maria Raffaella Caprioglio, presidente do Grupo Umana, destacou a importância do Grupo na Itália, onde é referência no setor dos serviços relacionados à gestão dos recursos humanos para terceiros. Com um faturamento anual de cerca de 2 bilhões de reais, 800 funcionários próprios e 18.000 funcionários terceirizados, a Umana atua no Brasil há 10 anos. 
A executiva reforçou o conceito da utilização da boa flexibilidade do trabalho temporário em épocas de crise. “A Itália passou por uma crise profunda nos últimos tempos, da qual ainda não se reestabeleceu completamente. Este período trouxe atenção e dignidade ao trabalho temporário. Não foi fácil convencer sobre a importância e o valor do trabalho temporário. Foi preciso o envolvimento e colaboração de todos”.
Cristian Giuriato, CEO da Umana Brasil e Diretor Regional Nordeste e Membro do Conselho Consultivo Nacional da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem), enfatizou alguns pontos chaves. “O trabalho temporário é um instrumento de gestão estratégica do capital humano. No momento de crise, a empresa tem que procurar novas formas de gestão. 
O trabalho temporário é a solução, pois, é a ferramenta que mais tem dado certo no mundo”. Também abordou as oportunidades do trabalho temporário como a questão do 1º emprego, já que 61% são jovens de 18 a 29 anos, e da recolocação profissional, onde 25% têm mais de 40 anos. 
Fechando a noite, o Dr. Prof. João Cordeiro, autor do livro “Trabalho Temporário – Práticos Fundamentos da Lei 6.019 / 74”, falou aos presentes sobre o histórico do trabalho temporário no Brasil e no mundo, iniciado na década de 40 nos EUA, seguidos dos países da Europa. O Brasil foi pioneiro na legislação de trabalho temporário (Lei 6.019 / 74), mas não conseguiu avançar da mesma forma como outros países. 
Atualmente o país conta com cerca de um milhão de pessoas que atuam em regime de trabalho temporário, regulamentado pela Lei 6.019/74, podendo ser utilizado para substituição de mão de obra efetiva ou para suprir a demanda quando há acréscimo extraordinário de serviço.

Déborah Santos
Triângulo Notícias
04/04/2017

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