SescTV exibe novos curtas-metragens da série Cinema de Rua, dirigida por Kiko Santos

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São 11 vídeos que serão exibidos em sequência, no dia 27/4, quinta, às 21h

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Foto: Divulgação

Com linguagem poética e narrativas contemplativas, 11 novos curtas-metragens da série Cinema de Rua sugerem novas formas de ver a metrópole e revelam o comportamento das pessoas que por ela transitam.
As produções inéditas foram gravadas nas cidades de São Paulo, Berlim, na Alemanha, Mançura, no Egito, e na região da Patagônia argentina, e estreiam no SescTV no dia 27/4, quinta, às 21h, com direção de Kiko Santos. Posteriormente, os filmes serão exibidos separadamente nos intervalos da programação do canal (assista também em sesctv.org.br/avivo).
O curta Contra Plongée, que abre a seleção, foi filmado com uma pequena câmera instalada no chão de diferentes locais da cidade de São Paulo, captando, em contra-plongée, ou seja, de baixo para cima, o movimento da cidade. Na produção seguinte, Fotogramas, a câmera foca em detalhes urbanos, como pinturas em muros; alguém digitando ao celular dentro de um ônibus; um mendigo que compartilha o mesmo espaço onde há um cartaz que pede para espalhar amor; e crianças brincando em playground.
O curta O Que Faz Girar tem na narrativa a troca de olhares entre uma jovem, que está dentro de um trem na estação, e um rapaz que está na plataforma. Logo depois, Hipertermia registra um dia de temperatura alta em uma grande cidade, chegando a 38º, e as diferentes formas de as pessoas se protegerem, ou não, do calor. Já SP 462, editado em câmera rápida, presta homenagem ao 462º aniversário da cidade de São Paulo, que vive em constante agitação. O filme mostra o dia a dia da metrópole, com seus arranha-céus, avenidas e marginais, metrôs, painéis com luzes de neon, aeroportos, etc.
Orgulho Crespo traz depoimento, em off, de uma das organizadoras de uma marcha, na capital paulista, em prol do orgulho negro. Ela fala da importância de fugir dos padrões impostos pela sociedade e de usar cabelos naturais. Em Audifax, o escritor e artista plástico cearense Audifaz Rios (1946 – 2015) apresenta algumas de suas obras para livros e capas, com elementos do folclore nordestino. O filme é permeado por trechos de seus textos. Mançura – Egito tem como cenário a pequena cidade que dá nome ao curta, destacando sua cultura, trajes, arquiteturas, o comércio e a feira.
Três curtas fecham o programa. Patagônia, que faz um passeio pela Região Sul da América Latina, mostrando a paisagem com montanhas geladas e céu azul, a vegetação, a igreja, palafitas e criação de ovelhas; Travessia, fotografado em preto e branco, mostra o esforço braçal de dois barqueiros para por em movimento um pequeno barco; e Die Walz, que acompanha o trabalho de um tocador de realejo, em Berlim, na Alemanha, que, aos poucos, vai chamando a atenção daqueles que por ali passam.
Déborah Santos
Triângulo Notícias
25/04/2017

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