SES-MG debate importância do cuidado contínuo com a saúde da mulher em evento da ALMG

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Nesta quarta-feira (18/10), a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) esteve presente na audiência pública promovida pela Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) para debater as ações de prevenção e combate ao câncer de mama. O evento faz parte das comemorações do Outubro Rosa e reuniu, além de parlamentares e representantes do governo, profissionais de saúde, membros de entidades especializadas e ativistas da causa.

Na oportunidade, a diretora de Redes Assistenciais da SES-MG, Cláudia Pequeno, enfatizou que o cuidado com a saúde da mulher deve ser amplo e contínuo.

“Pensando na necessidade de conscientizar a mulher não só sobre a questão dos exames e do autocuidado, como também da qualidade de vida, criamos a campanha do Outubro Rosa com o tema ‘O sempre é o momento ideal para cuidar da sua saúde’. Esse cuidado deve abranger uma alimentação saudável, prática regular de atividades e visitas periódicas aos profissionais de saúde”, disse.

Durante a apresentação, Cláudia Pequeno trouxe também dados sobre a evolução das taxas estimadas de incidência de câncer de mama e de colo de útero em Minas Gerais nos últimos anos, bem como taxas de mortalidade pelas doenças. Os números, segundo a diretora, comprovam que, entre as neoplasias, o câncer de mama é o que apresenta o maior índice de mortalidade no público feminino. Para a diretora, o fortalecimento da rede oncológica do estado de Minas Gerais é fundamental para um melhor atendimento à usuária do SUS.

“Além dos 34 Centros de Alta Complexidade em Oncologia (CACON) e Unidades de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON) distribuídos pelo estado, serviços de alta especialidade para o tratamento de todo tipo de câncer, temos ainda diversos Centros Estaduais de Atenção Especializada (CEAEs), uma ampla rede de prestadores de mamografia e de citologia do colo do útero e as unidades móveis de mamografia, que atendem locais não cobertos pelos mamógrafos fixos”, reforçou.

Ao longo do evento, representantes de entidades médicas e de associações ligadas a pacientes com câncer de mama mostraram a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do devido cuidado que deve ser prestado às pacientes em tratamento oncológico, resgatando sua qualidade de vida e melhorando sua autoestima. Depoimentos como o da escritora e jornalista Daniella Zupo e da presidente do grupo Pérolas de Minas, de apoio a pacientes com câncer de mama, Maria Luiza de Oliveira, mostraram que é sim possível vencer a doença, principalmente quando diagnosticada em seu estágio inicial.

Minas Gerais, atualmente, segue as diretrizes do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional de Câncer (Inca), em que a mamografia é recomendada para mulheres de 50 a 69 anos, de 2 em 2 anos, ou em intervalos menores dependendo do resultado do exame anterior. Em mulheres fora dessa faixa etária com elevado risco para câncer de mama (histórico familiar e/ou histórico pessoal de câncer de mama) é necessário avaliação e acompanhamento individualizado.

Clique aqui para ver a apresentação completa realizada na audiência pública.


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Fonte: AGÊNCIA MINAS

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