Saque FGTS: As aplicações rentáveis a partir de R$ 1 mil

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Consultora dá dicas de como aproveitar bem o dinheiro do saque das contas inativas e escolher as melhores aplicações do mercado

Foto: Divulgação

O saque de contas inativas do FGTS, que a partir de sábado (08/04) poderá ser efetuado por nascidos nos meses de março, abril e maio, injetará mais ânimo à economia. Pesquisas e análises mostram que boa parte dos 7,7 milhões de trabalhadores beneficiados vai aproveitar a ocasião para quitar dívidas. Mas e aqueles que estão com as contas em dia e podem dispor integralmente do dinheiro?
A consultora de investimentos da Órama, Sandra Blanco, afirma que é possível fazer aplicações rentáveis e seguras a partir de R$ 1 mil. “O importante é não gastar com coisas dispensáveis ou deixar o dinheiro parado”.
Pague dívidas. Inadimplentes têm agora uma ótima oportunidade para quitar ou amortizar dívidas. Tente negociar a redução do valor dos juros, que ainda estão muito altos.
Invista! Se você não tem dívidas (ou se tinha, mas pagou e, ainda assim, sobrou dinheiro), aproveite ao máximo a oportunidade de aplicar. Já que poupança perdeu parte da atratividade, a indicação é investir de forma fácil e rápida em fundos de investimento com melhor rentabilidade, com aplicações a partir de R$ 1 mil. Títulos de renda fixa, como LCI, LCA, CDB e LC, são excelentes opções. E sem taxas na Órama.
Onde investir? Fundos de renda fixa, debêntures, fundos multimercado… Para quem nunca pensou que um dia pouparia fora da caderneta de poupança, esses nomes chegam a assustar. Mas a boa notícia é que esses investimentos mais rentáveis estão disponíveis a todos para aplicações a partir de R$ 1 mil. 
Não deixe de sacar. Muita gente resolve deixar dinheiro na conta do FGTS para não correr o risco de gastar ou ainda por desconhecer a melhor maneira de torná-lo mais rentável. Péssima decisão. Nessa conta, o dinheiro é corrigido pela TR + 3% ao ano, um índice inferior ao da inflação. Isso significa que, mesmo que o dinheiro renda um pouco, haverá perda, porque o poder de compra diminui.
Saque, mas não gaste. Em tempos de crise e desemprego, não convém agir por impulso. Pense e repense se precisa mesmo do produto antes de comprá-lo.
Déborah Santos
Triângulo Notícias
08/04/2017

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