Romeu Zema participa do Dia Internacional em Homenagem às Vítimas do Holocausto

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O governador Romeu Zema participou na noite desta segunda-feira (27/1) do Dia Internacional em Homenagem às Vítimas do Holocausto, na sede do BDMG, em Belo Horizonte. Com a presença de judeus, familiares e vítimas do genocídio cometido pelos nazistas ao longo da Segunda Guerra Mundial, que atingiu milhões de pessoas, o governador reforçou bandeiras como a liberdade e o direito à vida.

“Os judeus são exemplo para todos: exemplo de perseverança, de tolerância, de trabalho. Como governador, tenho visto que quando um Estado cresce muito e quer dominar tudo, é o primeiro passo para um Estado totalitário. Continuo levantando a bandeira de que o ser humano vem antes de tudo. Primeiro o direito à vida, segundo o direito à liberdade e em terceiro o direito à propriedade. Esses três pilares são o alicerce da nossa civilização e devem ser cuidados e cultivados todos os dias”, afirmou, após um minuto de silêncio em homenagem às vítimas das chuvas ocorridas em Minas Gerais nos últimos dias.

Embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley ressaltou a necessidade de se combater o ódio ainda hoje. “É importante honrar os mais de 6 milhões de judeus assassinados por sua religião: o judaísmo. Nos dias de hoje ainda há muito ódio, não só contra os judeus. É preciso combater isso”, disse.

Pedro Gontijo / Imprensa MG

Eduardo Kuperman, presidente da Federação Israelita do Estado de Minas Gerais (Fisemg), pontuou a importância de se relembrar o passado para que nada semelhante volte a ocorrer. “Ao abandonar um povo, condenamos nosso próprio futuro. Queremos que essa memória esteja sempre viva e que tenhamos aprendido com o passado”.

O Dia Internacional em Homenagem às Vítimas do Holocausto foi criado pelo ONU em 2005. Em Minas, em 2016, foi sancionada lei que instituiu o Dia Estadual em Memória das Vítimas do Holocausto.

Homenagem

O principal homenageado no evento foi o húngaro Henry Katina. Ele passou por inúmeros campos de concentração, entre eles Auschwitz, na Polônia, e só não foi levado à câmera de gás com outras crianças e adolescentes porque se apresentou como adulto, vestindo roupas mais largas e falando em alemão.

Katina se mudou para Belo Horizonte em 1957, após visitar uma irmã que havia imigrado para o Brasil e decidiu se instalar na cidade. Em depoimento dado aos presentes na cerimônia, ressaltou: “O que ocorreu jamais poderia acontecer com povo nenhum. O holocausto é o terror e vejo que a ditadura leva a essa situação, daí a importância dos direitos humanos. É incompreensível que, mais de 70 anos depois de tudo, ainda exista ódio contra as pessoas”, concluiu.

Também participaram da cerimônia o vice-governador de Minas, Paulo Brant; o presidente do BDMG, Sérgio Gusmão Suchodolski; além de secretários de Estado, deputados, desembargadores, juízes, entre outras autoridades.

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