Refeições fora de casa ficam mais caras para os brasileiros

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin

Pesquisa mostra que trabalhador gasta, em média, R$ 32,94 no almoço.

Foto: Divulgação

A Ticket, empresa pioneira no setor de benefícios de refeição e alimentação, colocou no ar o portal Pesquisa+Valor, com dados da mais recente edição da Pesquisa Refeição ASSERT Preço Médio, conduzida pela ASSSERT em conjunto com a Ticket. Realizado pelo DataFolha, o estudo traz os valores médios de refeições em estabelecimentos que se encaixam nos sistemas comercial, autosserviço, executivo e à la carte, em diferentes regiões do País.
A iniciativa de conhecer detalhes sobre o preço médio da refeição e os hábitos de consumo do brasileiro na hora do almoço possibilita aos gestores de Recursos Humanos oferecerem o benefício com o valor mais aproximado do praticado no entorno das empresas, o que ajuda a evitar que o trabalhador precise tirar do próprio bolso a diferença. Isso reforça a importância dos benefícios voltados à alimentação oferecidos pelas companhias, como é o caso do Ticket Restaurante e Ticket Alimentação.
A Pesquisa Refeição Assert Preço Médio 2017 revelou que o preço médio do almoço fora de casa é de R$ 32,94 – aumento de 8% em relação ao valor encontrado no ano passado. No ano anterior foi registrado o preço médio de R$ 30,48.
Pela segunda vez consecutiva, a região Sul apresentou a maior média de preço do País, alcançando R$ 34,34, ultrapassando o índice nacional. As cidades de Florianópolis, Blumenau e Curitiba foram apontadas como as mais caras dessa região.
Neste ano, o Sudeste vem em segundo lugar, com preço médio de R$ 33,25. A cidade do Rio de Janeiro lidera na região com o maior preço médio para uma refeição completa. Já a região Norte teve a menor média de preço, alcançando R$ 29,31.
Os trabalhadores do Centro-Oeste, que no ano passado pagaram o menor valor no preço médio da refeição, desembolsaram no último ano R$ 30,44. Já a região Nordeste apresentou a média de R$ 31,82, a mais próxima da média nacional.
O levantamento envolveu mais de 4.500 entrevistas e analisou o preço de mais de 5 mil pratos em estabelecimentos comerciais como padarias, bares, lanchonetes e restaurantes de 51 cidades, das quais 23 capitais. Foram analisados estabelecimentos que oferecem, de segunda a sexta-feira, refeições completas, que incluem prato principal, uma bebida, sobremesa e um café.
De maneira geral, os resultados da pesquisa mostram que houve um aumento dos valores da refeição em todas as regiões. Outro dado importante diz respeito aos hábitos alimentares dos entrevistados, que refletem o crescimento da preocupação com a alimentação equilibrada e saudável. Essa crescente preocupação evidencia a importância do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), que há 40 anos atua junto as empresas em prol de uma alimentação de melhor qualidade aos trabalhadores.
“Essa pesquisa é essencial para que os gestores de RH possam ter um parâmetro do preço médio da refeição e, assim, equiparar o valor do benefício oferecido aos seus funcionários”,comenta Regina Murakoshi, gerente de Produtos da Ticket. “Quando a empresa dá condições para que os trabalhadores consumam uma refeição completa e de qualidade, o funcionário aumenta sua produtividade, trabalha mais disposto, com menos stress e mais feliz.”
A alimentação equilibrada é um dos pilares da Ticket, que adota iniciativas com o objetivo de contribuir para o bem-estar e a saúde dos trabalhadores, compartilhando dicas de alimentação, saúde e bem-estar, colaborando para a introdução da alimentação equilibrada no dia a dia do funcionário e, consequentemente, melhorando seu rendimento no ambiente de trabalho.
De acordo com a pesquisa, 52% dos responsáveis pelos estabelecimentos têm a sensação de que os clientes estão mais preocupados com uma alimentação equilibrada, incluindo o consumo de verduras, legumes, sucos naturais, grãos e proteínas, além de frutas. Em relação ao levantamento do ano anterior, 42% dos estabelecimentos perceberam que o consumo de frutas aumentou entre seus clientes. Já a percepção sobre o consumo de arroz e feijão como componentes continuou praticamente igual, de acordo com 57% dos estabelecimentos entrevistados.
Déborah Santos
Triângulo Notícias
31/03/2017

QUAL SUA OPINIÃO ? COMENTE!

Os comentários não refletem a opinião do portal. Não nos responsabilizamos por eles e em caso de descontentamento use a opção “Denunciar ao Facebook”. Você está sujeito aos nossos Termos de Uso.

NOTÍCIAS RELACIONADAS