Questionado sobre 2ª onda, Falcão diz que é contra fechar o comércio

Prefeito eleito também afirmou que poderá criar um plano municipal de enfrentamento, independente dos governos de Romeu Zema e de Jair Bolsonaro.
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Falcão ao lado do jornalista Danilo Caixeta
Foto: Reprodução (TV Paranaíba)

O prefeito eleito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão (PODEMOS), concedeu entrevista ao Política Cruzada da Tv Paranaíba. O programa foi exibido no último domingo, 06 de dezembro.

Um dos questionamentos do jornalista, Danilo Caixeta, foi a respeito de uma provável segunda onda de contaminação pelo novo coronavírus. Falcão afirmou que fechar o comércio não é uma solução:

Eu sou totalmente contra esse lockdown geral, eu acho que isso ai ficou provado que não tem eficiência, que isso não atende na verdade a coletividade, a população, os interesses da população como um todo. A gente compreende a gravidade do problema, da pandemia de coronavírus, nós entendemos que isso precisa ser enfrentado com responsabilidade, mas com bom senso. O lockdown retira das pessoas a liberdade de trabalhar e traz outros problemas de saúde que são tão graves quanto a pandemia, ou talvez até mais graves a médio e a longo prazo. É dura a realidade, a gente gostaria de manter todo mundo com sua renda, todo mundo em conforto nas suas casas, mas essa não é a realidade do Brasil, nem de Minas Gerais, nem de Patos de Minas. Aqui, no nosso país, a gente precisa trabalhar, a gente não tem recursos para manter todo mundo em casa e quem pode ficar em casa ótimo, mas muitas pessoas não podem. Em uma hipótese de segunda onda, nos teremos muita responsabilidade, muito bom senso para resguardar a saúde das pessoas mas também o seu direito de trabalhar, levar o pão de cada dia para suas casas e garantir saúde mental e saúde física também.

O prefeito eleito também defendeu a criação de um plano de combate específico para Patos de Minas, independente do governo de Romeu Zema e de Jair Bolsonaro:

No caso de uma segunda onda a gente precisa entender exatamente como é que vai ser o enfrentamento em relação ao governo do estado e ao governo federal, e o município resguardada sua autonomia tem que assumir a responsabilidade e se for o caso criar um plano próprio de enfrentamento a pandemia, algo que não aconteceu em Patos de Minas. Nós ficamos veiculados demais ao estado, à justiça, ao governo federal, sempre esperando decisões que vieram de outros entes federativos, quando o município poderia ter ajustado algumas questões, porque cada cidade tem suas particularidades, tem o seu porte populacional, então o programa Minas Consciente, é um programa bem feito, mas ele não vai servir perfeitamente para uma cidade muito pequena, para uma cidade média, como é o caso de Patos, para uma cidade grande, como é o caso de Belo Horizonte. Se a gente verificar que é necessário ter alguma situação mais particular para Patos de Minas é o que a gente vamos fazer, com muito planejamento e com muito critério.

Assista ao trecho da entrevista:

Assista ao programa completo:

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