Quais as opções de contratação e coberturas dos planos de saúde

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin

Nem sempre a opção mais cara é a mais adequada

Resultado de imagem para planos de saude
Foto: Divulgação
Diante de um sistema de saúde pública precário, ter um plano de saúde é uma das formas mais eficientes de garantir acesso aos tratamentos médicos e ter assistência médica de qualidade no caso de alguma emergência. No mercado existem diversas opções deste tipo de benefício, e por conta disso, não é fácil saber ao certo qual escolher. 
Para Marcelo Alves, diretor da Célebre Corretora de Saúde, empresa do segmento de planos de saúde e seguros no país, na hora de optar por um plano de saúde é importante fazer uma análise detalhada levando em conta aspectos como: idade, atividades exercidas, rotina de trabalho, hábitos, histórico de saúde, entre outros. “Se este estudo for feito de forma minuciosa, a escolha do plano será exatamente como o cliente precisa”, afirma.
Tipos de contratos
Alves ainda pontua que o contratante pode decidir entre planos individuais ou familiares – aqueles contratados diretamente pelo beneficiário, com ou sem seu grupo familiar (os dependentes) – ou planos coletivos – que se dividem em empresarial e coletivo por adesão.
“O tipo empresarial pode ser contratado por pessoa jurídica por relação empregatícia (CLT), societária ou estatutária. Já o coletivo por adesão destina-se ao indivíduo que mantém vínculo com entidades de caráter profissional, classista ou setorial. Em grande parte desses contratos é possível incluir dependentes”, explica.
Nos contratos individual/ familiar, coletivo por adesão ou empresarial com menos de 30 vidas, é estipulado, de acordo com a ANS (Agência Nacional da Saúde), prazos máximos de carência. Quando o contrato for do tipo Empresarial e possuir mais de 30 vidas, não é exigido o cumprimento de nenhuma carência.
Coberturas
De acordo com o executivo, os planos de saúde, sejam coletivos ou individuais, podem ser ambulatoriais, hospitalares (com ou sem obstetrícia) e referência. Diante de tantas opções, o corretor é o profissional indicado para auxiliar o cliente a encontrar a cobertura adequada para o cada perfil. “Isso porque ele já está habituado com as diferenças entre os planos e poderá recomendar os que melhor se adequam a cada perfil, reduzindo o leque para os produtos que realmente são interessantes”. 
Abaixo, com o intuito de auxiliar quem deseja contratar o plano de saúde, o executivo discorre sobre cada cobertura disponível no mercado.
Ambulatorial 
Cobertura mais em conta, a mesma contempla número ilimitado de exames e consultas médicas realizadas em ambulatório ou consultório. Cobre atendimentos de urgência e emergência até as primeiras 12 horas, porém não abrange a internação hospitalar.
Hospitalar 
Abarca cobertura com número ilimitado de diárias hospitalares em caso de internações hospitalares, bem como em caso de internação em UTI e exames complementares realizados durante o período de internação. Ainda contempla despesas com serviços de enfermagem, honorários médicos, medicamentos, alimentação e materiais utilizados. 
“Como procedimentos cobertos pelo plano hospitalar possuem caráter maior de urgência e são mais onerosos no caso de terem que ser pagos a parte, a cobertura hospitalar pode ser mais vantajosa para o usuário em relação a ambulatorial”, destaca o diretor da Célebre Corretora. 
Hospitalar com obstetrícia
Além da cobertura já acima citada, contempla também a cobertura pré-natal, além de assistência ao parto e 30 dias de cobertura ao recém-nascido, seja ele adotivo ou não, a contar da data do nascimento ou da adoção. “Vale ressaltar que não há amparo para consultas e exames pré-parto”, pondera Alves.
Referência
Inclui a cobertura assistencial médico hospitalar e ambulatorial, sendo, nesses casos, com internações padrão enfermaria, além de consultas, exames e também parto. É a cobertura mais completa. 
Avaliação das necessidades é imprescindível
Por fim, após fornecer um panorama sobre as especificidades de cada cobertura, Marcelo Alves, diretor da Célebre Corretora de Saúde, lembra que nem sempre a mais completa e, consequentemente, mais cara será a mais adequada e também que o aspecto do preço a ser pago não deve ser o único a ser levado em conta. “Por isso que é imprescindível que o contratante faça um diagnóstico de suas principais necessidades. Essa avaliação servirá como ferramenta para o usuário não arcar com serviços e consultas que não serão utilizados ou até mesmo não deixar de contar com uma cobertura que pode vir a ser extremamente necessária”, conclui.
Déborah Santos
Triângulo Notícias
30/04/2017

QUAL SUA OPINIÃO ? COMENTE!

Os comentários não refletem a opinião do portal. Não nos responsabilizamos por eles e em caso de descontentamento use a opção “Denunciar ao Facebook”. Você está sujeito aos nossos Termos de Uso.

NOTÍCIAS RELACIONADAS