Polícia conclui inquérito e aponta motivação da chacina de Paracatu

Rudson teria sido afastado de uma célula de oração e teria cometido os crimes para se vingar.
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Rudson foi baleado pela PM. Ele ficou internado e em seguida encaminhado ao presídio.
Foto: Reprodução (Facebook)

A Polícia Civil de Paracatu concluiu na última terça-feira (28/05) o inquérito que apurou a morte de quatro pessoas. O crime aconteceu no dia 21 de maio e foi composto por duas etapas: esfaqueamento da ex-namorada e chacina no interior de uma igreja.

De acordo com informações da polícia, Rudson Aragão Guimarães teria sido retirado de um cargo de liderança na igreja. A partir deste momento, ele passou a enviar mensagens em grupos de WhatsApp e com o passar do tempo foi excluído pelo pastor.

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Rudson teria matado a ex-companheira pelo fato dela continuar frequentado a igreja. A Polícia Civil também apontou que ela teria negado um empréstimo de dinheiro à ele.

As vítimas que estavam no interior da igreja teriam sido mortas como uma forma de vingança. Rudson foi indiciado por quatro homicídios com duas qualificadoras – por motivo torpe e impossibilidade de resistências das vítimas. Além disso, ele foi acusado pela Tentativa de Homicídio do pastor.

O inquérito será entregue a justiça e a partir dai iniciados os trâmites que antecederão o julgamento. Se condenado ele pode pegar até 150 anos de prisão.

Rudson permanece preso no Complexo Penitenciário Nossa Senhora do Carmo em Carmo do Paranaíba.

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