PM do Rio ocupa o Complexo do Lins à procura de homens que mataram coronel

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O porta-voz da Polícia Militar, major Ivan Blaz, disse que a corporação está recebendo vários vídeos sobre a atuação dos homens que atiraram dezenas de vezes contra o carro onde estava o coronel Luiz Gustavo Teixeira, comandante do 3° Batalhão da Polícia Militar, no bairro do Méier, zona norte do Rio.

De acordo com Blaz, a Polícia Militar já está nas ruas fazendo várias operações nas comunidades do bairro do Lins de Vasconcelos, para onde os criminosos teriam fugido. Equipes do Comando de Operações Especiais da PM estão atuando na região com apoio de um helicóptero.

 PM do Rio de Janeiro.

O coronel Luiz Gustavo Teixeira, comandante do 3º Batalhão da PM no Méier, foi assassinado no Rio.PM do Rio de Janeiro/Divulgação

Apesar de o carro em que estava o coronel Teixeira ser descaracterizado, os criminosos notaram que o oficial estava fardado, porque ele retornava com o motorista da unidade militar de uma cerimônia de troca de comando no batalhão do Leblon, zona sul do Rio.

Os criminosos estavam em um carro modelo Audi, roubado e, quando emparelharam com o carro do militar, fizeram dezenas de disparos, atingindo o vidro dianteiro e a lataria do veículo do lado em que viajava o comandante. O coronel Teixeira foi atingido por um tiro no peito. Ele foi levado às pressas para o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, mas não resistiu ao ferimento.

O cabo Nei Filho, que dirigia o carro da corporação, foi ferido na perna e encaminhado ao mesmo hospital. De lá, o militar foi transferido para o hospital central da PM e está fora de perigo.

O major Ivan Blaz disse ainda que oficiais e praças que conhecem a região do Complexo do Lins de Vasconcelos foram deslocados de outras unidades para reforçar o policiamento na área à procura dos criminosos.

Nota do governador

Em nota, o governador Luiz Fernando Pezão disse que "lamento profundamente a morte trágica do comandante do 3°batalhão da PM (Méier), coronel Luiz Gustavo de Lima Teixeira, que considero inaceitável. Solidarizo-me com a família e todos os policiais militares do estado, especialmente aqueles sob o seu comando".

Na nota, Pezão diz ainda que "não vamos descansar enquanto os responsáveis por esse crime hediondo não estiverem nas mãos da Justiça".

Atualziada às 16h55 para incluir informação da nota do governador do Rio de Janeiro


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Fonte: Agência Brasil

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