Patos de Minas continua na onda amarela na próxima semana

A microrregião continuou com índices favoráveis.
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O Comitê Extraordinário da COVID-19, em Belo Horizonte, decidiu que a microrregião de Patos de Minas segue na onda amarela pelo menos até 17 de julho.

A informação foi divulgada oficialmente no início da noite desta quinta-feira (08/07) pelo painel de transparência do Minas Consciente, disponível em mg.gov.br/minasconsciente.

Na onda amarela os comerciantes podem aumentar a lotação dos estabelecimentos. A distância de uma pessoa para a outra é de um metro e meio. A distância linear é de 4 metros quadrados e o número máximo de pessoas em eventos é de 250.

Fazem parte da microrregião de Patos de Minas, os seguintes municípios:

  • Cruzeiro da Fortaleza
  • Guarda-Mor
  • Guimarânia
  • Lagoa Formosa
  • Patos de Minas
  • Presidente Olegário
  • São Gonçalo do Abaeté
  • Serra do Salitre
  • Varjão de Minas
  • Vazante

Macrorregião Noroeste

A macrorregião Noroeste segue na onda vermelha, juntamente com outras quatro regiões: Leste do Sul, Nordeste, Sul e Triângulo do Sul.

Queda na ocupação

O secretário de Estado de Saúde, o médico Fábio Baccheretti, afirmou que os dados da secretaria demonstram uma clara melhora no cenário da pandemia em Minas, além de queda consistente na ocupação de leitos.

“O vírus está circulando menos, os gráficos mostram isso. Menos pessoas estão com sintomas, buscando atendimento especializado. Tivemos uma queda robusta na procura por leitos, principalmente nas regiões Centro, Centro-Sul, Oeste e Triângulo do Sul”, afirmou.

Atualmente, a ocupação de leitos de UTI Covid em Minas é de 68%. No último mês, o número de pacientes aguardando uma unidade de terapia intensiva caiu de 227 para 54, graças à ampliação no número de leitos e também à redução da circulação do vírus.

Queda de óbitos

A mortalidade por faixa etária a cada 100 mil habitantes também apresenta uma queda expressiva, especialmente entre os grupos imunizados.

Na faixa etária com 80 anos ou mais, a taxa de mortalidade caiu de 12% para 10% desde o início da pandemia. Já nos grupos que possuem entre 70 e 79 anos, a redução foi de 43% para 28%. Entre as pessoas que têm entre 60 e 69 anos, a queda foi de 24% para 19%.

Baccheretti atribui a redução à eficácia comprovada da imunização no estado, nesta que é a maior operação de vacinação da história de Minas Gerais.

“Os gráficos apresentam um descolamento entre casos e óbitos, o que demonstra a eficácia da vacinação diante dos casos graves. No pico, antes da vacinação, tínhamos uma proporção semelhante entre casos leves, graves e óbitos. Hoje, a proporção de casos leves é muito maior do que a de óbitos. Significa que, mesmo as pessoas pegando a doença, ela está se agravando menos, e principalmente,  as pessoas estão morrendo menos”, explicou.

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