Patense representa o Brasil no pódio da Fórmula 1

Leonardo Donisete da Silva é engenheiro da equipe da Mercedes.
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Patense GP de Fórmula 1 - Brasil
Léo é carregado por Lewis Hamilton e Valtteri Bottas depois da premiação em Interlagos
Foto: Divulgação/Mercedes

Um patense representou o Brasil no pódio do Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1 no último domingo (14/11)

Leonardo Donisete da Silva, de 30 anos, natural de Patos de Minas, é engenheiro e coordena o grupo de estratégia em algumas corridas da temporada.

Segundo informações da Band News FM, Leonardo foi o escolhido de Toto Wolff para subir ao pódio e comemorar a vitória de Lewis Hamilton e o terceiro lugar de Valtteri Bottas no GP. “Foi indescritível. Eu não consigo pensar em outro momento na minha vida até hoje que se equipare a esse. Sou muito grato por terem me permitido ter essa oportunidade. Fico feliz porque foi uma corrida histórica, provavelmente, a mais marcante da temporada, que já é uma das mais marcantes da história recente. Espero que aqueles que sabem que me ajudaram a chegar aqui tenham noção disso e se sintam representados, assim como todos os brasileiros, porque não tem muitos de nós por aqui”, comentou.

Léo trabalha na Mercedes desde o começo de 2017. Natural de Patos de Minas, ele se formou em engenharia mecânica na Unicamp e fez um intercâmbio que lhe abriu portas. Toda semana, ele enviava e-mails aos profissionais da Fórmula 1. “Até que eu consegui uma entrevista, mas para uma área diferente na Mercedes. Meu atual chefe foi por curiosidade acompanhar e ele acabou se interessando. É minha quinta e mais difícil temporada. Desde que eu entrei, tenho conseguido evoluir na minha função e espero que continue assim. Vou fazer o possível para continuarmos ganhando e provando que não é só porque o carro é melhor.”

Leonardo disse que não sabia que seria convidado para ir ao pódio porque os diretores não avisam antes “para não dar azar”. “Eu trouxe dois amigos hoje. Então, quando a corrida acabou, eu me assegurei de que poderia levantar, tirei o rádio e fui buscá-los, porque eles estavam com o passe para ver a premiação. Quando eu passei, Toto me chamou e falou que era para eu ir representar a equipe. Pensei que não era sério, porque é uma coisa muito única. Tem muitos engenheiros aqui que talvez nunca tenham essa oportunidade. Foi muito gratificante”, concluiu.

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