“Operação Alegria” do FICCO cumpre mandados em 15 cidades do Estado de Minas Gerais

Os alvos são advogados, policiais penais e familiares de detentos.
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A Polícia Civil de Minas Gerais, através da Delegacia de Furtos e Roubos, vinculada a 2° Delegacia Regional de Patrocínio, participou da Operação “ALEGRIA” para cumprimento de quatro Mandados de Busca e Apreensão e Prisão Preventiva, referente a combate à corrupção no Sistema Penitenciário do Estado de Minas Gerais, contudo os quatro Alvos do sexo masculino haviam sido presos no decorrer das investigações. Assim, os policiais penais trouxeram os presos, até a delegacia para prestarem esclarecimentos.

A referida Operação foi realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), coordenada pela Polícia Federal (PF) junto à Polícia Civil (PC), no qual foram cumpridos 29 mandados de prisão preventiva e 45 de busca e apreensão em 15 cidades mineiras. A ação é em combate à corrupção no sistema penitenciário de Minas Gerais.

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Investigações revelaram uma organização criminosa comandada por servidores públicos e advogados que negociavam vendas de vagas em unidades prisionais e em determinados pavilhões, a entrada de objetos não permitidos, entre outras práticas ilícitas.

Mediante pagamento, repartido entre os líderes da organização, presos de alta periculosidade eram transferidos indevidamente de unidades, além de serem colocados em pavilhões cujo quais não teriam direito pelas normas de execução penal.

Duas unidades do sistema prisional da Região Metropolitana de Belo Horizonte estariam sendo alvo das práticas ilícitas.

Os mandados são cumpridos em Patrocínio, Belo Horizonte, Betim, Contagem, Fervedouro, Francisco Sá, Lagoa Santa, Matozinhos, Muriaé, Ouro Preto, Passos, Ribeirão das Neves, Uberaba, Uberlândia e Vespasiano.

Ressaltamos que em Patrocínio a Polícia Civil e conjunto com a Polícia Penal, está trabalhando veemente para combater a essa prática criminosa na Penitenciária Deputado Expedito Tavares, no qual alguns Servidores do Estado de Minas Gerais e familiares de detentos foram presos e estão sendo investigados por diversos crimes.

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