Moro cometeu irregularidades enquanto atuava como juiz, afirma Veja

Reportagem publicada nesta sexta-feira traz mensagens inéditas. Material foi analisado pelos jornalistas da revista em parceria com o The Intercept Brasil.
Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Moro cometeu irregularidades enquanto atuava como juiz, afirma Veja
Capa da edição desta semana da Revista Veja.
Foto: Divulgação

O Ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, vive um verdeiro pesadelo. Essa semana ele enfrentou uma longa sessão na Câmara dos Deputados, onde teve que esclarecer as mensagens divulgadas pelo The Intercept Brasil.

O que já parecia terrível para o ex-juiz, ficou ainda pior, isso porque a Revista Veja fechou uma parceria com o site de Glenn Greenwald. O resultado veio nesta manhã de sexta-feira (05/07), uma longa reportagem na versão online e impressa: “Novos diálogos revelam que Moro orientava ilegalmente ações da Lava Jato”. 

- Continua depois da publicidade -

A reportagem já afirma em seu subtítulo: “Mensagens inéditas […] mostram que ele cometeu, sim, irregularidades enquanto atuava como juiz”.

Não seria um escândalo se um magistrado atuasse nas sombras alertando um advogado de que uma prova importante para a defesa de seu cliente havia ficado de fora dos autos? Pois isso aconteceu na Lava-Jato, só que em favor da acusação.

Direito de Defesa

A Revista Veja procurou os citados, Sérgio Moro e Deltan Dalla­gnol. Ao final da reportagem, a redação esclareceu que:

Procurados por VEJA, Deltan Dalla­gnol e Sergio Moro não quiseram receber a reportagem. Ambos gostariam que os arquivos fossem enviados a eles de forma virtual, mas, alegando compromissos de agenda, recusaram-se a recebê-­los pessoalmente, uma condição estabelecida por VEJA. Mesmo sem saber o conteúdo das mensagens, a assessoria do Ministério da Justiça enviou a seguinte nota: “A revista Veja se recusou a enviar previamente as informações publicadas na reportagem, não sendo possível manifestação a respeito do assunto tratado. Mesmo assim, cabe ressaltar que o ministro da Justiça e Segurança Pública não reconhece a autenticidade de supostas mensagens obtidas por meios criminosos, que podem ter sido adulteradas total ou parcialmente e que configuram violação da privacidade de agentes da lei com o objetivo de anular condenações criminais e impedir novas investigações. Reitera-­se que o ministro sempre pautou sua atuação pela legalidade”.

Clique aqui e leia a reportagem completa no site de Veja…

#MoroSuaCasaCaiu

Internautas foram para o Twitter comentar a reportagem da Revista Veja. A hashtag é uma das mais twittadas nesta manhã.

- Continua depois da publicidade -

QUAL SUA OPINIÃO ? COMENTE!

Os comentários não refletem a opinião do portal. Não nos responsabilizamos por eles e em caso de descontentamento use a opção “Denunciar ao Facebook”. Você está sujeito aos nossos Termos de Uso.

NOTÍCIAS RELACIONADAS

- Continua depois da publicidade -