Medidas adotadas em Minas adiaram o pico da pandemia diz secretário

Minas Gerais se destaca no controle da covid-19, mas é essencial que a população mantenha prevenção.
Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Coletiva sobre o enfrentamento da Covid-19 em Minas Gerais
Foto: Pedro Gontijo / Imprensa MG

O secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Carlos Eduardo Amaral, e o secretário de estado adjunto de Saúde Marcelo Cabral avaliaram a situação do estado quanto ao enfrentamento e controle da pandemia de covid-19 em entrevista coletiva virtual, realizada na última terça-feira (9/6).

Conforme o secretário, as medidas adotadas pelo Governo do Estado para diminuir a transmissão da doença foram determinantes para modificar a tendência de Minas em relação ao país.

- Continua depois da publicidade -

Rapidez de resposta

O secretário destacou que o governo adotou medidas rapidamente ao identificar que o pico da doença no estado estava projetado para junho e seguindo a mesma tendência do país.

Entre as ações mais eficazes, ele citou a criação do Plano Minas Consciente e a realização de videoconferências e de reuniões com todas as macrorregiões mineiras. O objetivo de sensibilizar os gestores municipais de Saúde e prefeitos a aderirem ao máximo às medidas de isolamento, dentro da visão do Minas Consciente e com a intenção também de adiar o pico de contaminações, tem levado o estado a um bom índice de controle da pandemia.

Projeção prorrogada

Amaral lembrou que, de acordo com os primeiros estudos, baseados na tendência do Brasil e adaptados para a população de Minas Gerais, o pico da covid-19 no estado seria nesta terça-feira, dia 9 de junho. No entanto, Minas conseguiu prorrogar a data de pico para meados de julho. Apesar de adiar a projeção  em mais de um mês, o secretário explicou que o vírus vai continuar a circular por um longo tempo. Diante disso, fez um alerta à população. “Não podemos flexibilizar exageradamente, nem acabar com as medidas de isolamento. Caso contrário, pode haver um acréscimo muito grande de casos e, consequentemente, risco assistencial, o que é tudo que não queremos”, reforçou.

QUAL SUA OPINIÃO ? COMENTE!

Os comentários não refletem a opinião do portal. Não nos responsabilizamos por eles e em caso de descontentamento use a opção “Denunciar ao Facebook”. Você está sujeito aos nossos Termos de Uso.

NOTÍCIAS RELACIONADAS

- Continua depois da publicidade -