Jovem é baleada com dois tiros e motivação seria ‘suspeita de caguetagem’

De acordo com a vítima os comparsas do seu marido, preso horas antes, teria desconfiado que ela teria denunciado (caguetagem) eles.
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arms blur close up firing
Foto: Reprodução (Pexels.com)

Uma jovem de 21 anos foi baleada com dois tiros no final da noite da última quinta-feira (27/09) no Bairro Morada Nova em Uberlândia.

A Polícia Militar encontrou a vítima com sangramento abundante e duas perfurações, no pescoço e no braço. Ela foi colocada na viatura para ser conduzida até o Pronto Socorro, e no meio do caminho foi transferida para a ambulância do Corpo de Bombeiros que completou o transporte até o Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC/UFU).

Depois de se estabilizar, a mulher conversou com os militares e informou as circunstâncias do ocorrido. De acordo com ela mais cedo seu marido foi preso por suspeita de envolvimento com o crime de receptação e os “comparsas dele” teriam achado que ela teria efetuado a denúncia para a polícia, já que recentemente estava tendo desentendimentos com ele.

Na residência onde aconteceu a tentativa de homicídio também estavam outras três pessoas, a irmã, a sobrinha e a filha da vítima. A jovem estava tombando banho quando ouviu alguém bater na porta e em seguida percebeu que sua irmã tinha atendido. Desconfiada, saiu do banheiro e já se deparou com o autor (um homem jovem, forte, de cabelos curtos e castanhos, que trajava bermuda e estava sem camisa).

Esse homem disse que tinha vindo para “matá-la” e neste mesmo instante efetuou um disparo que atingiu o pescoço da vítima. Ela caiu ao solo e fingiu de morta, para evitar novos tiros, mas mesmo assim o autor disparou mais uma vez e a atingiu no braço.

Após “completar o serviço” o autor evadiu do local, tomando rumo ignorado. A PM foi acionada, após prestar o socorro, realizou rastreamentos nas imediações, porém ninguém foi preso.

De acordo com os socorrista dos Bombeiros, a vítima “deu muita sorte” já que a bala por pouco não atingiu a artéria carótida. Já o projétil que atingiu o braço, transfixou e saiu pelas costas.

Quem tiver qualquer informação a respeito deste crime pode denunciar pelo 190 da Polícia Militar ou pelo 181, Disque Denúncia Unificado (DDU). O sigilo e o anonimato são garantidos. ‘

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