Jornalismo: Uma área vital, porém recheada de preconceitos

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O jornalismo é capaz de transformar sociedades, culturas e pessoas No entanto, muitos tem preconceito com a profissão. 

O jornalista é um dos profissionais mais importantes da atualidade, visto que é o propagador de informações, conhecimentos e saberes. A grande motivação do calouro de jornalismo Matheus Borges, é a vontade de sempre ter o contato com as pessoas e de poder informar.

‘O que me atrai no jornalismo realmente é poder trabalhar com os fatos, não se contentar com o simples, é ir atras da verdade, é poder conhecer os dois lados da história. E muito mais do que formar a opinião do outro, ter a oportunidade de apresentar o fato para que a sociedade tire suas próprias conclusões e forme sua própria opinião. Jornalismo para mim é uma paixão! Não é trabalhar pelo dinheiro, mas sim trabalhar com amor’, afirma.
O jornalismo também é um celeiro de oportunidades. A fundadora do Trivela Feminina e veterana Joice Borges, enxerga na profissão a oportunidade de seguir seus sonhos e romper  esteriótipos. “Sempre amei escrever, já havia tentado manter blogs de outros assuntos, mas não deu certo. Na maioria das vezes, porque não havia um diferencial quanto aos outros e também não era algo que me prendia por muito tempo, pois não era o que eu realmente amava fazer. Na abordagem sobre futebol é diferente, é uma paixão antiga e sendo escrito pela visão de uma mulher, cria o diferencial perfeito para chamar atenção do público. É algo que me prende, instiga e dá ânimo para continuar”. 
Outra vida transformada pelo jornalismo é a do radialista, proprietário de um portal de notícias e universitário Aldieres Brito. ”Ser dono de um portal pra mim é uma experiência nova. Tenho afinidade com a rádio, estou nessa área aproximadamente 20 anos, e vejo o portal como uma maneira das pessoas acompanharem as notícias de forma rápida levando, e por vezes  prestando um serviço social a população”.
Mas nem todos começaram pensando assim. Igor Magalhães, radialista e universitário do quinto período, argumenta que começou a cursar jornalismo com um pé atrás e outro na frente. ”Meus pais não me apoiavam muito na opção de curso porque achavam que em nossa região não havia tantas vagas de emprego para o mesmo. Eu sempre disse que ia fazer mecatrônica e meu pai me apoiava, mas para minha mãe a grande vontade era algo relacionado a artes cênicas, como eu já sabia que o apoio deles iria ser pouco, no dia em que fiz o vestibular troquei os meus cursos, mas claro, não falei pra eles. Passei no vestibular e quando fui fazer a matrícula o bicho pegou, meu pai não queria, minha mãe também não, já eu queria demais. Nesse vai e vem, acabaram deixando de lado, mas com a esperança de que eu mudasse de curso. Com essas oposições, eu fiz de tudo pra provar que eu poderia me tornar grande no jornalismo, tanto que surgiu uma vaga de estágio na Rádio Liberdade FM de Vazante. Fui selecionado para estagiar e desde então eles me apoiam.
”A experiência na rádio foi das melhores possíveis, quando eu cheguei numa manhã fria pra trabalhar e que o meu grande mestre Maurício Araújo veio me ensinar, tudo parecia um bicho de sete cabeças, mesa, microfone, telefone, softwares, transmissor e etc, era tanta máquina, tanto botão que achei que nunca fosse dar conta. Mas com o tempo eu fui aprendendo a mexer nos softwares, subir e descer botões da mesa e devagar fui falando ao vivo para o público. Lembro que a primeira voz que foi pro ar foi um comercial, meu deus, parecia uma coisa horrorosa de ouvir. Depois desse comercial eu comecei a entrar no ar no programa de notícias, entrava, dava uma palinha de alguma notícia e saía, entrava de novo e saía. Parecia ser pouco para alguns, mas pra mim era maravilhoso, poder levar informação ao próximo é um espetáculo. Com o tempo pude substituir alguns locutores, quando precisavam faltar, e acabei criando minha própria identidade como locutor, com as “minhas playlist”, acabei criando vínculos com os ouvintes que pudesse me aproximar mais ainda e me fazer melhorar a cada dia”, declara Igor.
                       

Déborah Santos
Triângulo Notícias
07/04/2017

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