Jornalismo em Pauta

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Conhecimento é poder; mas a informação é a fonte do conhecimento. E os disseminadores da informação são os jornalistas.

Foto: Reprodução
No mundo dinâmico e globalizado no qual vivemos, é extremamente difícil manter-se atualizado: tudo muda a todo instante; e por mais que fiquemos 24 horas conectados, antenados e ligados, ainda assim estamos desinformados.
Em meio a tantos acontecimentos simultâneos, o jornalista deve saber o que está acontecendo; e mais do que isso, ele deve apurar os fatos, ouvir todos os lados envolvidos, investigar os possíveis desdobramentos, escrever a matéria e publicar; informando acerca do que está acontecendo e do que irá acontecer.
Além da responsabilidade de saber e comunicar o que acontece, o jornalista tem a missão de interpretar e traduzir – de modo isento e imparcial – a informação, possibilitando que o público reflita, analise, compare os diferentes pontos de vistas e adquira conhecimento.
Segundo Adalberto Marcondes, ‘‘estamos vivendo aquilo que se define como sociedade da informação e do conhecimento, na qual a informação e o conhecimento têm valor. O jornalista deve ser visto como o profissional capaz de transitar nesse universo e fazer com que ele se torne compreensível para a sociedade’’.
Muitos afirmam que a profissão se encontra em crise: de identidade pela convergência das diferentes meios de comunicação, que se alteram mutuamente e por vezes se contradizem; de crise de legitimidade causada pela reapreciação empírica e teórica da própria forma de fazer jornalismo na sociedade contemporânea, com a percepção dos jogos de poder envolvidos. Já outros defendem que os meios de comunicação são o quarto poder na sociedade.
Fato é que desde o advento da imprensa, muito tem-se criado para fazer dela um meio de atingir interesses específicos. Ela evolui como importante meio de comunicação, e despertou o interesse das classes dominantes para a manipulação das massas. E o grande desafio da imprensa é fugir de toda a interferência e tentar transformar a sociedade através da sua influência e do poder que desfruta.
A missão é difícil. O jornalista, além de absorver e transmitir novos conceitos e ideias, deve também denunciar, debater e levar ao conhecimento público aquilo que é ocultado dele, e ainda assim ser imparcial e se manter fiel a sua linha editorial. Mas quem disse que o jornalista reclama? Afinal, como Ricardo Kotsho afirma; ser jornalista não é uma opção profissional, é uma opção de vida.

Déborah Santos
Triângulo Notícias
16/04/2017

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