Jardineiro suspeito de latrocínio é preso em Belo Horizonte

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Bruno Guilherme de 20 anos é suspeito de cometer latrocínio contra a idosa Marina Dantas de Avellar, de 80 anos, no Barreiro.

Ao centro a delegada responsável, Dra Virginia Salgado. 
Foto: Divulgação

Após um intenso trabalho de investigação, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu, na manhã desta segunda-feira (20), Bruno Guilherme Faria, 20 anos, em virtude do cumprimento de mandado de prisão temporária. Ele é suspeito de cometer latrocínio contra a idosa Marina Dantas de Avellar, de 80 anos, no Barreiro. No último dia 13 de março, a vítima foi encontrada morta em casa. O interior do local estava revirado.
A delegada responsável pelo caso, Virginia Salgado, contou como a Polícia Civil chegou até o suspeito do crime.  “Na segunda-feira (13), recebemos a ocorrência do encontro do cadáver de uma idosa amordaçada dentro de sua casa revirada”. A partir desse momento, a PCMG começou as diligências do caso, ouvindo testemunhas. Com cruzamento de extratos bancários conseguimos chegar até o suspeito. Na quinta-feira (16), ele foi identificado, e no dia seguinte solicitamos o mandado de prisão. Ele foi preso, na manhã de hoje, na casa de sua companheira, cerca de quatro ruas da casa da vítima”, contou a delegada.
De acordo com as investigações, o suspeito, que esporadicamente trabalhava como jardineiro para a vítima, saiu de casa na quinta-feira (09), a procura de um emprego, mas sem sucesso. Ao retornar para a região do Barreiro, ele passou na porta da residência da vítima, quando então resolveu cometer o crime. “Em depoimento, ele assumiu que amordaçou e amarrou a vítima, enquanto procurava bens de valor na casa. Depois fugiu. Ele recolheu os cartões dela, que continham a senha junto. Mas nega que agrediu a vítima e disse que a deixou viva”, contou a delegada.
De acordo com as apurações, o suspeito realizou diversos saques e movimentações na conta da vítima, na sexta-feira e no sábado. “Ele realizou transferência bancárias da conta dela para a dele. A princípio, não acreditamos em tamanha infantilidade do suspeito, mas com a ajuda do circuito de segurança do banco, podemos comprovar que o titular da conta era a pessoa mesma que realizou o saque e a transferência nos terminais”, ressaltou Virginia.
No domingo (12), o suspeito assumiu ter retornado a residência com o objetivo de conseguir o CPF da vítima para desbloquear o cartão, mas como encontrou a vítima morta na residência, ele desistiu. Esse fato foi comprovado por testemunhas. “Ao chegar no local no domingo, o suspeito pediu para um vizinho uma escada para entrar ao imóvel e destravar o portão. Ele entrou no imóvel e depois de pouco tempo saiu.”, comentou a delegada.
De acordo com o delegado regional do barreiro, Eric Brandão, a prisão do suspeito foi uma importante resposta à sociedade. “Em menos de uma semana, através do intenso trabalho dos policiais civis da delegacia que conduziu o caso, esclarecemos esse crime bárbaro, que chocou toda a população da região e que queria justiça, uma vez, que a vítima era bem vista por todos”, ressaltou.
Durante a prisão, foram apreendidos o celular da vítima, um notebook, cerca de R$ 500 em dinheiro, as roupas utilizadas pelo suspeito para realizar os saques, uma mochila, uma bolsa com ferramentas de trabalho de jardinagem, uma carteira com um bilhete anotado o nome da vítima e dois telefones celulares, um jogo de xícaras, e algumas joias que passarão por reconhecimento de familiares para saber a procedência.
Polícia Civil de MG
20/03/2017

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