Inflação é menor para famílias que ganham menos: 1,62%

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Vitória (ES) - Supermercados lotados com filas nos caixas e na entrada funcionam com horário reduzido (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Ficou mais fácil ir ao supermercado. Inflação pelo INPC é 4,74 pontos percentuais inferior aos 6,36% do índice acumulado no mesmo período em 2016     Tânia Rêgo/Agência Brasil

A inflação em outubro subiu menos para as famílias que tem menor rendimento familiar – de um a cinco salários mínimos. Medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), a alta da inflação para as famílias nesta faixa de renda foi de 0,37% – resultado 0,05 ponto percentual menor do que o IPCA (famílias com renda de até 40 salários).

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Divulgado hoje (10), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o INPC agora acumula de janeiro a outubro alta de 1,62%, também abaixo dos 2,21% do IPCA no mesmo período.

O resultado é 4,74 pontos percentuais inferior aos 6,36% relativos ao INPC acumulado no mesmo período do ano passado, sendo a menor variação para o período desde a implantação do Plano Real.

Maior inflação foi em Goiânia: 1,5%

Considerando-se os últimos 12 meses, o índice foi de 1,83%, ficando acima do 1,63% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em outubro de 2016, o INPC havia subido 0,17%.

Regionalmente, o maior INPC foi registrado em Goiânia (1,5%), impulsionado pela elevação do preço da energia elétrica, cuja alta atingiu 18,55% e também pelos preços dos combustíveis (reajuste de 7,89%), com destaque para a gasolina, em média 7,87% mais cara.

Já a menor taxa foi registrada no Rio de Janeiro, onde o INPC fechou com deflação (inflação negativa) de 0,22%, queda impulsionada pela refeição fora de casa (-2,15%).

Fonte: Agência Brasil

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