Fotógrafos convivem com a falta de regulamentação da profissão no Brasil

Profissionais tentam oficializar a atividade no país
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Efeitos de luz, ângulo, profundidade, sensibilidade e um pouquinho de sorte. Essa é a receita mágica usada por todos os fotógrafos – profissionais.

Uma curiosidade é que a primeira câmera fotográfica se chamava Daguerreótipo, inventada por Louis Jacques Mandé Daguérre e apresentada ao mundo em 19 de agosto de 1839, na Academia de Ciências da França, em Paris. Por esse motivo, o Dia Mundial da Fotografia é celebrado nesta data.

Mesmo com tantas histórias, a profissão não é ainda regulamentada no país. Entretanto, há tentativas para oficializar a atividade. Uma delas é o projeto de Lei 5187/09, que prevê a classificação dos fotógrafos como diplomados nas escolas de nível superior brasileiras, assim como nas escolas estrangeiras. Nesse último caso, os diplomas devem ser reconhecidos e revalidados no Brasil conforme a legislação vigente.

De fato, existe um esforço para oficializar a profissão. E, além do projeto de Lei, há cursos de nível superior em fotografia, cursos profissionalizantes e associações de fotógrafos profissionais, que representam a classe, mas não estão habilitadas para fiscalizar a profissão no país.

Fotografia é arte e, como toda carreira na área artística, o retorno pessoal é, muitas vezes, maior que o financeiro. O importante é não desanimar. E foi por persistir que hoje, Elvis Freitas colhe frutos positivos. Trabalhando há cinco anos com fotografia, ele deu o primeiro passo para o mundo fotográfico ao comprar uma câmera bem simples e fazer os primeiros registros. “Tudo começou como um hobby, mas isso cresceu tanto em mim, que eu percebi que deveria fazer disso minha profissão”, contou.

O incentivo também foi importante para que não desistisse. Com o tempo, adquiriu equipamento mais avançado e começou a participar de um concurso de melhor fotografia na sua cidade natal, Manaus. “Das cinco vezes que participei do concurso, ganhei quatro”, contabiliza orgulhoso. O reconhecimento o incentivou a buscar mais. Hoje, Elvis está começando uma graduação em Fotografia. “Nunca foi fácil, mas eu fui além, pesquisei bastante e encontrei o que eu precisava. Agora a minha vontade é crescer na fotografia de Moda”, disse animado.

Quando fala sobre o seu sentimento em relação à fotografia, o estudante expressa muito amor. Para ele, essa arte é uma forma de revelar a beleza. “Para muitos, a fotografia é terapia. Ela consegue elevar a autoestima das pessoas. Muitas vezes, já me senti emocionado ao ver o brilho nos olhos das pessoas que foram fotografadas e a emoção delas em ver o resultado das fotos que tirei. Fotografia é mágica”, conclui.

Na maioria das vezes, o fotógrafo trabalha por conta própria e o prazer de olhar o mundo com ótica própria o conduz aos primeiros passos rumo à profissão. Por isso, é tão importante investir também em cursos que favoreçam o conhecimento técnico. Há programas de inclusão educacional, como o Educa Mais Brasil, que ofertam bolsas de estudo de até 70% para você poder começar a sua graduação de fotografia. Se interessou? Acesse o site do Educa Mais Brasil e confira todas as oportunidades disponíveis.

Ascom Educa Mais Brasil

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