Fórum Mundial da Água: empresas têm espaço para negócios e troca de soluções

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Na tarde deste domingo (18), foi aberta, em Brasília, o espaço de exposição e troca de experiências entre países, empresas, organizações não governamentais e organismos internacionais que participam do 8º Fórum Mundial da Água, evento que vai debater a questão dos recursos hídricos até o dia 23 de março.

A área de exposição Expo é o local destinado para empresas e países prospectarem negócios, apresentarem soluções de uso sustentável da água e mostrarem como lidam com a questão da água.

 

Brasília - Abertura da Expo e da Feira da oitava edição do Fórum Mundial da Água. Presença do ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, do governador do DF, Rodrigo Rollemberg, do presidente da ADASA, Paulo

Brasília – Abertura da Expo e da Feira do 8º Fórum Mundial da Água, com a presença do ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho; do governador do DF, Rodrigo Rollemberg; do presidente da Adasa, Paulo Salles; e do diretor da ANA, Ricardo Andrade Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O acesso a Expo é restrito aos inscritos no Fórum. A Expo fica ao lado da Feira, espaço gratuito e aberto ao público. No total, cerca de 150 estandes da Expo e da Feira estão ocupando uma área de 9.600 metros quadrados. Amanhã (19), a Expo ficará aberta para visitação das 7h às 18h. Nos dias 20, 21 e 22, estará aberta das 8h às 18h, e no dia 23, das 8h às 14h.

O diretor de Gestão da Agência Nacional de Águas (ANA), Ricardo Andrade, explicou que o objetivo da Expo, mais que gerar negócios, é permitir o encontro e a troca de experiência entre tomadores de decisão de diversos países. Ele lembrou que há mais de 30 países com pavilhões no local e nesses espaços passarão ministros, parlamentares, juízes, empresários e cientistas de mais de 100 países nos próximos dias.

“Existe o potencial para que negócios sejam fechados, mas não é esse o principal objetivo. O que queremos é estimular cooperações. Não tem grandes empresas aqui vendendo serviços. A ideia aqui é fazer com que países compartilhem água, responsabilidades e soluções”, disse Andrade. “Enquanto você tem na Feira e na Vila Cidadã uma interação com o público para trazer consciência, cultura e informação sobre o tema água, o objetivo da Expo é fazer com que os grandes debates e recomendações sejam recepcionadas pelos países, empresas e organizações internacionais.”

O ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, e o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, visitaram a Expo, a Feira e a Vila Cidadã no final da tarde, acompanhados pelo diretor Ricardo Andrade, e pelo presidente do Conselho Mundial da Água (CMA), Benedito Braga. Eles visitaram diversos estandes e o ministro inaugurou, na Feira, o espaço do Ministério do Meio Ambiente, criado para visitantes que têm dúvidas sobre a questão hídrica no Brasil.

O ministro Sarney Filho disse estar “muito bem impressionado” com o Fórum. “Eu tenho visitado, como ministro e também como parlamentar ligado à causa ambiental, diversos fóruns internacionais e quero dizer que esse aqui é um dos melhores e está realmente a altura do que se esperava de um anfitrião como o Brasil. Acho que nós temos muito a aprender e muito a ensinar também”, disse.

Ele também destacou que o Fórum é uma boa oportunidade para se conhecer soluções no setor que podem servir ao país. “O Brasil sofre as consequências das mudanças climáticas, principalmente na crise hídrica, e é muito oportuno nós termos aqui um encontro internacional dessa magnitude porque nós vamos tirar muitos bons exemplos e vamos também poder interagir com países que também enfrentam problemas dessa natureza”.

Expo e Feira

Em entrevista à Agência Brasil, o diretor de Operações do 8º Fórum Mundial da Água, Rodrigo Cordeiro, responsável por todo o processo de comercialização dos estandes e espaços da Expo e da Feira, disse que considera essa uma grande oportunidade para as empresas se comunicarem com o público na linguagem mais apropriada. “Na Expo, onde o público é muito mais segmentado e o acesso é restrito aos inscritos no Fórum, a linguagem pode ser um pouco mais técnica. Já para a participação na Feira, a linguagem deve traduzir tudo aquilo que a empresa faz em informação que a sociedade consiga entender”, disse.

FONTE: Agência Brasil

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