Estudo aponta relação entre uso de álcool e drogas na adolescência, e o suicídio

Tem se tornado cada vez mais comum lermos sobre adolescentes que tiraram a própria vida por causa de jogos de vídeo game, desentendimentos amorosos e bullying na escola.
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Foto: Ilustratação

Casos de suicídio entre jovens são recorrente nos noticiários e os números vêm crescendo ao longo dos anos. É comum lermos sobre adolescentes que tiraram a própria vida por causa de jogos de vídeo game, desentendimentos amorosos e bullying na escola. Ainda que essa faixa etária seja marcada por oscilações de humor, rebeldia e, até mesmo, mudanças de atitude, alterações significativas que comecem a acarretar prejuízos na rotina devem ser valorizadas e analisadas por especialistas.

Os fatores mais presentes em suicídios na infância ou adolescência são presença de doença mental, depressão, dependências químicas e questões sociais e culturais. Estudos apontam que o ato de tirar a própria vida vem precedido de três etapas: ideação suicida (quando existem pensamentos e planos para que o objetivo seja alcançado); a tentativa (uso de medicações, venenos, pular de locais inapropriados, envolvimento em brincadeiras de alto risco, entre outros); e o suicídio consumado. E entre a ideação e o suicídio, há um período em que é possível buscar ajuda especializada.

Um estudo realizado e publicado pela revista médica The Lancet, mostra que adolescentes que são hospitalizados em razão do uso excessivo de álcool e drogas ou por envolvimento em violência têm risco mais alto de tentar suicídio na década seguinte – sendo, inclusive, cinco vezes maior entre os jovens que tinham sido atendidos por causa de ferimentos ligados a violência ou uso de substâncias, em relação aos jovens feridos por acidente.

Por isso, é necessário os pais observarem de perto o comportamento de seus filhos e, aos primeiros sinais de atitudes sugestivas de um quadro depressivo, procurarem auxílio. O início da depressão pode se manifestar de modo camuflado, motivo pelo qual muitos familiares atribuírem as mudanças comportamentais apenas à fase de transformações em que o jovem está passando e tem dificuldade em enxergar consequências futuras, como o suicídio.

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