Esquema de Corrupção: Mandatos são cumpridos em Carmo do Paranaíba, Presidente Olegário, Uberlândia e Canápolis

Gaeco em Uberlândia apura contratação ilícita entre prefeituras da região e escritórios de advocacia situados na cidade.
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Mandados também foram cumpridos em Presidente Olegário 
Foto: Juarez Martins/Divulgação

O Ministério Público Estadual (MPE), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Uberlândia, desencadeou operação na manhã desta terça-feira (23) contra crimes de corrupção ativa e passiva, além de tráfico de influência e lavagem de dinheiro. Os mandados são cumpridos em Uberlândia, Canápolis, Carmo do Paranaíba e Presidente Olegário.

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O G1 aguarda posicionamentos dos municípios e um dos escritórios envolvidos. A investigação apura a contratação irregular de um escritório de advocacia situado em Uberlândia para prestação de serviços de compensação de créditos tributários a prefeituras do Triângulo Mineiro.

Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão e um mandado de condução coercitiva. Além disso, um ex-prefeito de Canápolis foi autuado por porte ilegal de arma de fogo. O nome do político não foi informado até o momento e a arma está apreendida. O MPE informou, ainda, a prisão do atual prefeito de Perdizes, Fernando Marangoni. Ele foi flagrado recebendo R$ 20 mil em propina na cidade de Uberlândia. A Prefeitura da cidade foi procurada. Veja posicionamentos abaixo.

Conforme as investigações, o escritório Ribeiro Silva Advogados Associados – que foi fundado em sociedade com o deputado estadual Arnaldo Silva (PR) e atualmente presta serviços à Prefeitura de Uberlândia – era responsável por conseguir as contratações por meio de tráfico de influência. Um segundo escritório, também na cidade, prestava os serviços e dividia o lucro. A reportagem não conseguiu contato com os responsáveis pelo escritório que executava os serviços por meio do telefone divulgado na internet, por isso o nome ainda não foi divulgado.

A reportagem entrou em contato com o proprietário do escritório, Rodrigo Ribeiro, porém as ligações não foram atendidas. O deputado também foi procurado, por meio da assessoria de imprensa. Confira a íntegra da nota abaixo.

Caroline Aleixo- G1 Triângulo Mineiro

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