Conselho Nacional do Ministério Público abre procedimento administrativo contra dois integrantes do GAECO em Uberlândia

Eles supostamente movimentaram recursos financeiros oriundos de acordos celebrados em investigações e processos criminais enquanto exerciam suas atribuições junto ao órgão.
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O Conselho Nacional do Ministério Público – CNMP abriu um Procedimento Administrativo Domiciliar – PAD para apurar a conduta de dois membros do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – GAECO de Uberlândia. Eles supostamente movimentaram recursos financeiros oriundos de acordos celebrados em investigações e processos criminais enquanto exerciam suas atribuições junto ao órgão

O corregedor nacional do MP e relator do processo, Rinaldo Reis Lima, ressaltou no voto que tais recursos, embora formalmente repassados ao Conselho de Segurança Pública do Estado de Minas Gerais (Consep – Setor 5), foram revertidos em benefício da estruturação e de atividades do próprio Gaeco de Uberlândia, sendo geridos diretamente por policiais militares que o integravam, os quais agiam sob orientação da Coordenação do GAECO.

A Corregedoria Nacional já havia sido notificada do fato por denúncias, as quais vinham sendo apuradas. Rinaldo Reis concluiu haver elementos para autorizar, de forma excepcional, a avocação do PAD e afirmou que “os fatos revelam extrema gravidade e, portanto, devem ser apurados pelo CNMP”. A penalidade proposta pelo corregedor nacional foi a de disponibilidade compulsória.

Conforme estabelece o Regimento Interno do CNMP, o processo será distribuído a um conselheiro que será designado relator.

Autor: Igor Nunes com informações da Secretaria de Comunicação Social do Conselho Nacional do Ministério Público

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