Confronto em presídio na Venezuela deixa 37 mortos e 14 funcionários feridos

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Policiais da Guarda Bolivariana cercam as imediacões da prisão de Puerto Ayacucho onde pelo menos 37 pessoas morreram durante a retomada da unidade

Policiais da Guarda Bolivariana cercam as imediações da prisão de Puerto Ayacucho onde pelo menos 37 pessoas morreram durante a retomada da unidade Pedro Zapata/EFE/direitos reservados

Pelo menos 37 pessoas morreram e 14 funcionários ficaram feridos durante um confronto, na quarta-feira (16), na penitenciária de Puerto Ayacucho, capital do estado do Amazonas, no sul da Venezuela, informou nesta quarta-feira o Ministério Público (MP) do país. As informações são da Agência EFE.

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“As mortes aconteceram durante a retomada do controle do Centro de Detenção Judicial do Amazonas, na qual ficaram feridos também 14 funcionários”, disse o Ministério Público, sem dar mais detalhes sobre o caso.

O governador de Amazonas, Liborio Guarulla, foi o primeiro a denunciar as mortes. Opositor ao governo do presidente Nicolás Maduro, ele classificou o ocorrido como um “massacre” causado pela atuação de uma Unidade Especial do Ministério de Relações Interiores Justiça e Paz, que tentou tomar “à força” o controle da penitenciária.

Uma fonte que soube em primeira mão sobre a operação de retomada do controle do presídio disse à Agência EFE que o confronto começou quando uma comissão formada por membros da Polícia Nacional Bolivariana e da Guarda Nacional Bolivariana realizava uma inspeção.

O número de mortes representa 40% do total de detidos, segundo a mesma fonte.

Fonte: Agência Brasil

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