Com superlotação, Polícia Militar é acionada no Hospital de Campanha

Médicos, enfermeiro e assistente social chamaram a polícia para relatar situação precária de atendimento.
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Uma equipe da Polícia Militar foi acionada na manhã desta sexta-feira (26/02) a comparecer no Hospital de Campanha, situado no Centro Clínico Universitário da Avenida Marabá, no Bairro Alto Caiçaras. Dois médicos, um enfermeiro e um assistente social relataram superlotação no local e falta de condições para atender a grande demanda de pacientes.

Segundo informações do boletim de ocorrência, os membros da equipe multidisciplinar do Hospital de Campanha relataram que estão com várias dificuldades de executarem o serviço com qualidade para os pacientes que se encontram internados no hospital.

Os profissionais de saúde relataram que faltam balões de oxigênio, pontos de oxigênio, ventiladores mecânicos, leitos e macas, além da equipe de profissionais ser muito reduzida para a demanda apresentada. Há também relatos de pacientes nos corredores. A equipe teme que devido a falta de uma logística apropriada, poderão ocorrer óbitos.

Eles disseram ainda que todas as demandas já foram passadas para a direção do Hospital de Campanha e também para a secretaria municipal de saúde, porém sem nenhum posicionamento dos responsáveis. Diante da situação, os profissionais da saúde acionaram a Polícia Militar para se resguardarem das situações criticas que poderão acontecer com os pacientes.

A secretária municipal de saúde, Ana Carolina Magalhães Caixeta, disse aos militares que o Hospital de Campanha possuí 20 leitos de unidades de terapia intensiva, dez leitos intermediários, 16 leitos clínicos e 11 no pronto-socorro. Porém todos os leitos se encontram lotados e que o pronto-socorro está com 35 pacientes, ou seja, com uma lotação acima do planejado.

Ana ressaltou que a unidade possui logística suficiente para os pacientes ordinários, porém nos últimos dias houve uma grande demanda por internações excedentes a superlotação da capacidade. Além disso, o hospital não atende somente a Patos de Minas, mas toda a Macrorregião do Noroeste Mineiro a qual possui população de 700 mil habitantes.

 

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