Casal de mulheres é suspeito de cortar pênis, matar e esquartejar garoto no DF

Segundo a polícia, o pênis da vítima teria sido cortado um ano antes do assassinato.
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Populares encontraram a mochila, abriram e ao ver o corpo chamaram a polícia.
Foto: Reprodução (Redes Sociais/Internet)

Duas mulheres, que viviam juntas, são suspeitas de matar um menino de nove anos de idade em Samambaia, no Distrito Federal. O crime foi descoberto pela polícia no último sábado (01/06) após moradores encontrarem uma mochila com partes do corpo da vítima.

Segundo informações do Jornal Correio Braziliense, uma das suspeitas é a mãe do menino. A polícia informou que o casal teria fugido do Acre há cerca de cinco anos após perder a guarda da criança para o pai. As duas passaram por várias cidades durante a fulga.

Além do garoto, uma menina, filha da outra suspeita, viviam na residência. Ela relatou ao Conselho Tutelar que comia pouco e era maltratada. As mulheres também teriam obrigado as duas crianças a manter relações sexuais.

A polícia também apurou que as mulheres teriam cortado o pênis do garoto e dito aos agentes que fizeram isso porque ele queria ser ‘garota’. O procedimento teria sido feito em casa a cerca de um ano atrás.

Entre a noite de sexta e a madrugada de sábado, as mulheres teriam matado a criança e esquartejado o corpo. O crime teria sido presenciado pela garota.

Após cometer o assassinato a dupla, segundo a polícia, teria colocado as parte do corpo em mochilas e malas e tentado descartá-las na rua, contudo foram flagradas por populares que chamaram a polícia.

As duas suspeitas, de 27 e 28 anos, foram presas. Ontem, domingo (02), elas foram submetidas a audiência de custódia e tiveram a prisão preventiva decretada, sendo encaminhadas à carceragem do Departamento de Polícia Especializado (DPE).

O corpo do garoto será levado para o Acre onde será velado. O pai dele já foi informado dos fatos e disse que estava a procura do filho.

Já a garota foi entregue ao pai biológico, um servidor público. O caso agora será investigado em inquérito da Polícia Civil.

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