Altamir conta o local onde está o corpo de Gabriel Caetano e se diz arrependido

Altamir Fernandes conversou com o delegado Érico Rodovalho nesta manhã (23)
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Foto: Arquivo (Triângulo Notícias)

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Altamir Fernandes, um dos envolvidos no homicídio de Gabriel Caetano conversou na manhã desta terça-feira com o delegado Érico Rodovalho. Em depoimento, ele informou o local onde o corpo foi desovado. Equipes da Polícia Civil estão se deslocando para o local.

Em entrevista ao jornalista Toninho Cury da Rádio Clube, Altamir disse estar arrependido e reclamou das condições do presídio Sebastião Satiro. Segundo ele, faltam medicamentos e as condições são deploráveis. Confira abaixo um trecho da entrevista:

O Homicídio

Gabriel Caetano tinha 18 anos
Foto: Arquivo Pessoal

A Polícia Civil anunciou no início do mês, 09/05, que Gabriel Caetano foi vítima de um homicídio. Os criminosos apenas confessaram seu crime após a apresentação das provas pela polícia. Segundo um dos envolvidos, Higo Vinícius Gonçalves, em momento algum eles quiseram matar o jovem de 18 anos. ”Nunca foi minha intenção matar Gabriel. Eu apenas quis assustá-lo. A minha intenção era atingi-ló na bochecha. Eu só queria saber sobre a morte do meu parente”, declara.

O crime teria ocorrido da seguinte forma: em determinado momento da discussão, Altamir se apoderou de um revolver calibre.22, que portava na sua pochete. Entretanto, foi Higo quem ficou com o revolver em punho.
Gabriel teria saído correndo, mas acabou voltando. Neste momento, Higo questionou o porque dele ter tentado fugir, e disparou na direção dele.
Após atirarem no menino, eles perceberam que ele estava prestes a morrer e se negaram a levá-lo no pronto socorro mais próximo, com medo de serem presos pelo crime. Gabriel morreu no veículo, e seus algozes tentaram forjar uma nova cena do crime, para levar a polícia a acreditar que a morte dele foi resultado de uma rixa.
A Prisão dos Dois Foragidos
Entrev: Arquivo (Triângulo Notícias)
Na tarde do dia 11/05, Altamir Fernandes se apresentou na delegacia acompanhado de sua advogada. Já na manhã seguinte uma denúncia anônima cominou na prisão de João Carlos. Ele estava escondido em uma residência na Rua Jaime Ramos, bairro Caiçaras.

Entrevista concedida em 12 de maio de 2017

Matéria em Atualização

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