Acompanhe a primeira noite da SECOM 2017

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Leonora Áquila e Pedro Henrique / Foto: Ana Caroline Lucena Vicença

A edição 2017 da Semana de Comunicação do Centro Universitário de Patos de Minas – UNIPAM teve o seu início na noite de ontem, segunda-feira (19), com as palestras de Carlos Alberto Xaulim e Leonora Áquila. O evento, que tem como objetivo incentivar os alunos dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda começou às 19h30min, com o professor Pedro Henrique no comando. Logo em seguida, Renato Bontempo, coordenador do curso de Comunicação Social da instituição, seguiu abrindo oficialmente o evento, que é 100% organizado pelos alunos do 5º período de Publicidade e Propaganda. Durante sua fala de abertura, ele parabenizou os professores e alunos envolvidos na SECOM 2017.

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Após a contagem de dez segundos, a jornalista e apresentadora do “Conexão UNIPAM”, Laryssa Caixeta, seguiu as apresentações, onde disse que a publicidade está mudando: “É preciso entender o que esse novo cenário quer”. Com isso, ela chamou ao palco o palestrante Carlos Xaulim – que já passou por várias empresas e foi responsável pelo 1º show de Legião Urbana em Patos de Minas-MG, ocorrido em setembro de 1982 –, para embarcar nessa viagem, onde o céu não é mais o limite.

O patense, que é diretor da Cadoro Eventos e da Jovem Pan Patos, e presidente da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos – ABRAPE, disse que nunca gostou de ir à escola, mas nunca abriu mão do aprendizado. Ele ainda falou sobre a marca: “O primeiro ato da nossa comunicação é consolidar a marca, com um nome e um sobrenome. Apelido quanto mais a você resiste, mas pega. Xaulim foi muito bom pra mim, foi é a minha marca”.

A jornalista transexual Leonora Áquila, conhecida nacionalmente pela sua participação da 5ª edição do reality show A Fazenda, da Record TV, e pela sua passagem pela RedeTV, entrevistando celebridades, foi a segunda e última convidada a palestrar na SECOM 2017. Com o tema tolerância, ela disse que repetiu a 1ª série três vezes: “Ninguém nunca quis me entender. Meus familiares me falavam que eu nasci para puxar carroça. Hoje, aos 47 anos, sou a única que não puxou carroça e a única da minha família que fez uma faculdade. Eu estudei tanto, de tanto trauma por ser chamada de burra durante toda a minha infância”.

“Eu virei jornalista porque eu não estava feliz. Mesmo eu me assumindo, por dentro, eu precisava de mais alguma coisa. E mesmo hoje, sendo muito conhecida, a pergunta que mais fazem pra mim ‘é quanto eu cobro’, e isso é culpa da mídia, da imprensa”, disse ela, respondendo uma pergunta da plateia. “Eu nasci transexual. Ninguém vira nada. Minha função aqui é que vocês saiam diferentes. Precisamos mudar a inclusão social do nosso país, que é o primeiro no ranking mundial que mais mata transexuais, travestis e homossexuais”, completou.

Nesta terça-feira, a nave da SECOM continua pousada no auditório do Bloco E, onde traz, ao invés de palestrantes, interrogatórios para o público que estiver presente: com Fernando Almeida e Claúdio Ferreira. SECOM 2017 – O céu não é mais o limite, este ano é apresenta por NTV, PATOS JÁ e NOSSA FM 105.9.

Por: Luiz Henrique Gontijo

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