A influência da tecnologia mobile na valorização da produção de vídeos

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Muito já se falou sobre as transformações que vivemos nas últimas décadas devido à intensa inserção da tecnologia mobile. Desde os anos 2000, início do século XXI, com a popularidade da internet e do smartphone, muitas tendências de relação de consumo foram desconstruídas e outras novas surgiram.

A internet hoje é responsável por uma grande fatia das estratégias de marketing. Ela desbancou mídias como a televisão, rádio, jornais, revistas e atualmente ocupa o primeiro lugar no pódio dos meios de comunicação de massa. Segundo pesquisas, 44% da população mundial está ‘conectada’. Só no Brasil, são em média 10 milhões de novos usuários a cada ano. Isso porque tudo acontece na internet.

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Porém, hoje nós não vamos falar sobre a importância da internet, mas sim do formato de produção de conteúdo online que gera mais engajamento. Sim, Senhoras e Senhoras, vocês já devem ter imaginado que são os vídeos. A união do matrimônio entre internet e vídeos resultou na combinação perfeita para produtores de conteúdo e para os que consomem os conteúdos. Como se costuma dizer por aí hoje: Deu match!

Foto: Reprodução

Com a febre dos vídeos nós vimos a tecnologia mobile disparar, aumentando assim o consumo dos smartphones. Esses aparelhos passaram a ser nosso braço esquerdo. Vimos também a audiência da Tv aberta e por assinatura cair consideravelmente. A vez agora é das plataformas de streamings: Netflix, Amazon Prima, Globo Play. Conhece?

Os aplicativos de mídias sociais precisaram atribuir os serviços de vídeos aos seus usuários e impulsionaram ainda mais o compartilhamento dos mesmos. A mídia de rede social Instagram, oportunizou a popularização da nova profissão de influência digital. Blogueiros e Youtubers se transformaram em produtores de conteúdo e/ou influenciadores digitais. São diversas pessoas ‘comuns’ que não precisaram de nenhum contrato com uma emissora de televisão para fazer sucesso e alcançar a fama.

Além disso, é no formato de tutorial que os vídeos ganham engajamento e repercussão. Tem sempre alguém na internet buscando aprender alguma coisa e outras tantas ensinando. Em alguns cliques você consegue ir desde uma aula de língua estrangeira em sites como o Duolingo a um tutorial de como jogar na roleta online em sites renomados como o da Betway Casino.

De acordo com o site Triângulo de Notícias, entre aqueles com acesso à internet, o índice das pessoas que adotam o consumo de vídeo como principal atividade online saiu de 49% para 71% entre 2012 e 2017. As informações são da Pesquisa TIC Domicílios, mais importante levantamento sobre internet e tecnologias da informação e comunicação do país, produzida pelo Centro de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br).

Isso fez com que essas novas pessoas famosas fossem procuradas pelas marcas para trabalhos de divulgação e parcerias. Pessoas ‘comuns’, vendendo produtos na sua rotina. No Youtube, podemos encontrar influenciadores de diversos nichos: livros, moda, beleza, música, comédia, arte, e vários outros universos. O Youtube declarou que 80% do tráfego online aconteceria através de vídeos no ano de 2019.

Outro fator que ajuda na valorização da produção de vídeo é a necessidade que o ser humano tem de socializar. Alguns estudiosos afirmam, inclusive, que é uma necessidade inata. E de forma involuntária e orgânica o vídeo conecta as pessoas, aproxima um fã do seu ídolo, constrói relacionamentos e interação. Mesmo os leitores assíduos, gostam de assistir o seu ‘booktuber’ preferido fazendo a resenha de indicação de um livro.

A alta produção e publicação de vídeos

Os números voltados para a produção e publicação de vídeos são assustadores. Atualmente é praticamente impossível encontrar uma pessoa que tenha que um smartphone e não seja consumidora de vídeos. Segundo pesquisas sobre serviços online, o formato em vídeo já é responsável por 65% do tráfego online. O Youtube, por exemplo, tem mais de um bilhão de expectadores e um número de publicação de vídeos tão intensa que seria precisa 5 milhões de anos para assistir todos os que foram publicados no ano de 2019.

Num vídeo em formato de documentário, produzido pela agência Like Marketing e pelo produtor Michael Oliveira, o interesse por esse formato de conteúdo dá-se porque o nosso pensamento é formado por imagens em movimento e não estáticas. Quando lembramos de algo, o que vem a nossa mente são cenas e não fotos. É por isso que a nossa conectividade aos vídeos é maior do que a outros formatos de conteúdo.

Para contribuir com esse processo, o serviço de streamings nos trouxe liberdade diante desse consumo. É o usuário que escolhe a sua programação e horário para assistir uma gama de materiais disponibilizadas em diversas plataformas. Com a campanha ‘Fique em casa’, por causa da pandemia pelo covid-19, é através desse recurso que profissionais tem conseguido manter a produção em dia e que as pessoas têm buscado se distrair através das famosas ‘lives’ e das plataformas de entretenimento com séries, filmes e documentários.

E já que o sucesso é garantido, o mercado de produção de vídeo online, assim como os profissionais que ensinam as diretrizes para criação de bons materiais nesse formato só tem crescido e a tendência é que esse segmento fique ainda mais promissor no decorrer do ano.

 

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